Psicologa Organizacional

21 de novembro de 2014

ALEGRIA





Alegria é um sentimento de contentamento, de prazer de viver, júbilo, satisfação, exultação. Nas pessoas costuma ser expresso através de sorrisos.

“A alegria evita mil males e prolonga a vida”.


"O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo." Provérbios 15:13,15

20 de novembro de 2014

SENTIMENTO:



SAUDADE

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade" descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Saudade

19 de novembro de 2014

PSICOLOGIA



O Bullying no trabalho

Diferente do que se imagina, a prática do bullying não ocorre somente dentro das salas de aulas. Também não acontece somente entre alunos: os mais populares e os nerds; ou entre os maiores e os menores.

A prática do bullying, esse comportamento tão eficaz e destrutivo da nossa auto-estima, está presente também entre adultos em seus locais de trabalho. Com pouquíssimas diferenças nas suas definições e muita semelhança nas suas conseqüências, o bullying no local de trabalho pode se tornar um grande pesadelo para muitas pessoas.

O bullying no local de trabalho pode ser definido como:

“A exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego”.

Margarida Maria Silveira Barreto (2000), Médica do Trabalho

O bullying no local de trabalho freqüentemente envolve o abuso ou mau uso do poder. A prática do Bullying inclui comportamentos que intimidam, denigrem, ofendem ou humilham um trabalhador, normalmente na frente de outras pessoas.  A prática do bullying cria sentimentos de impotência no alvo e minimiza o direito do indivíduo à dignidade no trabalho.

È importante lembrar que a prática do bullying é diferente da agressão. Enquanto a agressão pode significar um ato isolado, a prática do bullying requer ataques repetitivos contra o alvo, criando um padrão de comportamento que nunca se acaba.

Outro ponto importante a ser levado em consideração é que chefes “durões” ou “exigentes” não são necessariamente bullies/agressores, uma vez que suas motivações principais são conseguir o melhor desempenho de seus funcionários.

Além disso, muitas situações de bullying envolvem funcionários agredindo seus próprios colegas, ao invés de um supervisor ou chefe intimidando um funcionário.

É muito interessante notar que a prática do bullying no local de trabalho é frequentemente dirigida a alguém de quem o agressor tem medo. O alvo muitas vezes nem percebe que está sendo agredido porque o comportamento pode ser camuflado através de críticas triviais e ações isoladas que ocorrem atrás de portas fechadas.

Alguns exemplos de comportamentos de bullying no local de trabalho:

• Críticas não cabíveis
• Culpar o funcionário sem uma justificativa real
• Ser tratado de forma diferente da sua equipe de trabalho
• Ser alvo de xingamentos
• Ser excluído ou isolado socialmente
• Ser alvo de gritos ou ser humilhado
• Ser alvo de piadas
• Ser constantemente e excessivamente vigiado

Como a prática do Bullying no local de trabalho afeta as pessoas

Alvos da prática do bullying vivenciam sérios problemas físicos e mentais:

• Alto stress; desordem de stress pós-traumático

• Problemas financeiros causados por faltas

• Baixa auto-estima

• Problemas musculares

• Fobias

• Dificuldades para dormir

• Alto índice de depressão/auto-acusação

• Problemas de ordem digestiva/alimentar

Como a prática do Bullying afeta as empresas:

Cada uma das conseqüências citadas acima pode ter um custo muito alto para uma empresa. Os custos da prática do bullying geralmente se encaixam em três categorias:

1. Recontratação de funcionários que saem por serem alvos de bullying.

2. Tempo gasto na resolução de conflitos causados pela prática do bullying: energia é dirigida a assuntos que não dizem respeito à produtividade no trabalho.

3. Gastos relacionados à investigação da prática do bullying e potenciais processos trabalhistas.

A quebra da confiança em um ambiente aonde existe a prática do bullying pode significar que os funcionários não serão capazes de contribuir com o seu melhor desempenho ou dar ideias novas de melhorias ou opiniões sobre fracassos que poderiam ser revertidos de maneira aberta e honesta.

O que pode ser feito? Aqui vão algumas dicas do que fazer:

Funcionários:

Retome o controle da situação!

• Reconheça que você está sendo alvo de bullying

• Reconheça que você NÂO é o causador do problema.

• Reconheça que a prática do bullying tem a ver com controle e portanto, não tem nada a ver com o seu desempenho no trabalho.

Tome uma atitude!

• Faça anotações em um diário detalhando a natureza da prática do bullying: datas, horários, locais, o que foi dito ou feito e quem estava presente.

• Guarde cópias de qualquer prova da prática do bullying contra você, documentos que mostrem a contradição das acusações do agressor contra você: relatórios, cartão ponto, etc.

Outras ações:

• Tenha em mente que o agressor irá negar e talvez reverter suas alegações; tenha sempre uma testemunha com você quando estiver na presença de um agressor; denuncie o comportamento à pessoa apropriada.

Empresários:

• Crie uma política de tolerância zero à prática do bullying dentro da sua empresa. A política deve fazer parte de um comprometimento amplo para um local de trabalho seguro e sadio e deve envolver representantes do departamento de recursos humanos.

Quando a prática do bullying for testemunhada ou denunciada por alguém, o problema deve ser resolvido imediatamente.

• Se a prática do bullying já faz parte da cultura da sua empresa, queixas devem ser levadas a sério e investigadas prontamente. A re-alocação das pessoas envolvidas pode ser necessária sob a alegação: “inocente até que se prove o contrário”.

• Organize sua empresa para que seus funcionários possam participar da tomada das decisões em algumas situações. Isto ajuda muito a criar um ambiente aonde as pessoas se sentem importantes e valorizadas.
• Realize treinamentos que esclareçam o que é a prática do bullying.
• Encoraje políticas de portas abertas no local de trabalho.
• Investigue o tamanho e a natureza dos conflitos.
• Capacite gerencias e chefias para terem habilidades e sensibilidade ao lidar e resolver conflitos.
• Demonstre um comprometimento “de cima para baixo” sobre o que é e o que não é um comportamento aceitável no local de trabalho.

Se você sabe que a prática do bullying acontece no seu local de trabalho e não faz nada, você está aceitando compartilhar da responsabilidade por abusos futuros. Isto significa que testemunhas da prática do bullying devem ser encorajadas a denunciar tais incidentes. Indivíduos sentem-se muito menos motivados a terem comportamentos anti-sociais no trabalho quando fica claro que a empresa não tolera tais comportamentos e que os agressores serão punidos.

Na verdade, o ideal seria que empresas e organizações tivessem a possibilidade de ofertar aos seus trabalhadores momentos de aproximação e diálogos que permitissem a estas pessoas se conhecerem melhor e se conectarem através de suas histórias de vida, sonhos e desafios. O entendimento só é possível quando eu realmente conheço o outro, o que ele pensa e sente sobre as mesmas coisas que eu.

Grupos de trabalho são fontes riquíssimas de crescimento e perpepções que podem ocasionar mudanças importantes na nossa sociedade como um todo.

E você? Já foi alvo de bullying no seu local de trabalho?



17 de novembro de 2014

SAÚDE



QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: 
fator decisivo no desempenho organizacional




O presente artigo objetivou analisar a importância da qualidade de vida no trabalho (QVT), seus modelos e dificuldade de implantação nas organizações. Um programa adequado de QVT busca a humanização em uma organização, proporcionando condições de desenvolvimento pessoal do indivíduo, bem como o seu bem-estar. Esse novo modelo de trabalho está se tornando elemento-chave nas organizações bem-sucedidas e competitivas. Então, o grande desafio dos gestores é olhar as pessoas como seres humanos e não como recursos organizacionais. Para o desenvolvimento do trabalho fez-se uma revisão da bibliografia disponível em livros, periódicos e sites, possibilitando um melhor entendimento do tema em estudo. A QVT é um caminho sólido e com muitos horizontes para uma vida integrada e inovadora nas organizações. As propostas e ações de qualidade de vida no trabalho refletem, positivamente, na comunicação, na confiança entre as pessoas e na imagem da empresa para seus clientes e empregados.


Palavras-chave: Qualidade de vida no trabalho. Satisfação no trabalho. Motivação. Pessoas.
Veja mais acessando:

16 de novembro de 2014

TEOLOGIA



Lutas e Vitórias

Objetivo: levar a refletir sobre os altos e baixos de nossa vida espiritual, procurando o equilíbrio.

Quebra-gelo: Alguém aqui já brincou na “montanha russa”?

Explique que se trata de um divertimento que mexe com nossas emoções: vamos subindo, subindo lentamente... Estamos lá no alto! Que sensação gostosa! De repente...uma descida brusca! Que medo!
Pensemos agora na alegria, na esperança, na expectativa gostosa que sentimos, quando recebemos o Senhor Jesus como nosso Salvador (É como se estivéssemos lá em cima da montanha russa).

Pergunte: Por que não conseguimos manter a alegria, o compromisso de seguir a Cristo? (É como se estivéssemos lá em baixo da montanha russa).

I)- É PORQUE OLHAMOS PARA OS NOSSOS SENTIMENTOS. Se estamos bem vamos, à igreja, buscamos a Deus (ou, se estamos mal é que fazemos tudo isso). Se não sentimos nada, o culto ou a reunião não foi boa.

II)- É PORQUE OLHAMOS PARA AS CIRCUNSTÃNCIAS AO REDOR. Se acontece algo desagradável, mudamos de ideia e resolvemos não mais buscar a Deus. Se vêm provações, ficamos sem forças. Então não voltamos mais à igreja.

III)- PRECISAMOS NOS FIRMAR NO QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ:
*Quanto aos sentimentos- “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” I Pe. 5.7; Veja ainda Sl.34:4; Sl.37:5.
*Quanto às circunstâncias- “Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra.” Sl.34:19;Veja ainda  Sl.46:1-3.
*Não podemos olhar para os sentimentos e nem para as circunstâncias, e sim, para o que a PALAVRA de Deus Diz..

IV)- PRECISAMOS OLHAR SOMENTE PARA JESUS SEM VACILAR. Não podemos olhar para o homem com as suas falhas. Hb.12:1-2 e Fl.3:13-14
     
 V)-  DEUS TEM MUITO PARA NÒS, MAS PARA ISTO PRECISAMOS TER:
*Compromisso - “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens,” Cl.3:23.
* Paciência e perseverança Tg. 5:11. Crendo que Deus está abençoando a sua vida. Aguardando com paciência os frutos e vitórias.
* Fidelidade com as coisas de Deus- Mt.25:21. Fidelidade nas pequenas coisas.
* Deus está vendo e avaliando a sua contribuição no Reino, então Capriche!

Conclusão : Ore. Leve sua Família a um compromisso diante de Deus, para que todos se esforcem para permanecer na presença D’Ele. Cremos que Deus vai Abençoar.