Psicologa Organizacional

28 de novembro de 2014

MEU MUNDO


MEU MUNDO

Palavras que marcaram todos os tempos não foram só palavras.
Composições de amor e atitude que nunca se acabam.
Tão bom é ver Jesus com Seu sorriso iluminando tudo,
Eu acordar toda manhã, um sonho a gente junto.

Tão fácil é Te dizer: ‘meu tudo!'
Que Te encontrar fez a minha vida inteira ter sentido,
Nós dois: o meu mundo.

É fácil demais viver em paz!
A gente é que complica tudo.
Vem! Vamos viver! Viver Jesus
Pra gente ser feliz!

Palavras que marcaram todos os tempos não foram só palavras.
Composições de amor e atitude que nunca se acabam.
Tão bom é ver Jesus com Seu sorriso iluminando tudo,
Eu acordar toda manhã, um sonho a gente junto.

Tão fácil é Te dizer: ‘meu tudo!'
Que Te encontrar fez a minha vida inteira ter sentido,
Nós dois: o meu mundo.

É fácil demais viver em paz!
A gente é que complica tudo.
Vem! Vamos viver! Viver Jesus
Pra gente ser feliz! (4x)


Link: http://www.vagalume.com.br/thalles-roberto/meu-mundo.html#ixzz3KOHjhC6t

24 de novembro de 2014

LUTO



Temos que permitir a dor da morte, negá-la não leva a nada

O assunto pode não ser dos melhores. Mas, bem ou mal, seja a pessoa preta ou branca, pobre o rica, gorda ou magra ele faz parte da vida de todo nós: estamos falando da morte. E como se referir a morte sem esquecer a dor que ela trás para a gente, principalmente quando perdemos um ente querido. Como e quando devemos contar para as pessoas sobre a morte de alguém próximo?. As crianças dever ir ao velório?.

Porque sofremos tanto quando uma pessoa querida morre, mesmo sabendo que um dia todos morrerão?. Para responder estas e outras perguntas o DIÁRIO entrevistou a psicóloga potiguar Milena Coutinho da Câmara, especialista em psicologia hospitalar, com curso de psicoterapia do luto, pela Universidade de São Paulo (USP).

Diário - Qualquer pessoa pode participar das palestras?
Milena Coutinho da Câmara - Sim, mesmo crianças e adolescentes. Vamos falar sobre vida e morte e os laços da existência, neste primeiro momento. Também falarei sobre a criança diante da morte, reações do luto patológico e a difícil tarefa de dar adeus. As palestras serão realizadas à tarde, sempre as sábados...

Para você o que é a morte?
A morte faz parte do desenvolvimento humano. É a última etapa da vida em que todos nós chegaremos.

A morte deve ser vista como algo natural?
Sim. A morte é um processo natural do ser humano. O problema que a grande maioria das pessoas sabe que vai morrer ou, em estando vivo, poderá perder entes queridos mas não está preparado para a morte

Como as pessoas podem se preparar para a morte?
Um passo importante é começar a falar no assunto de forma rotineira. Na roda de amigos, em casa, com os colegas de trabalho. No geral, as pessoas não conversam sobre a morte, como um processo natural da vida. Falamos da morte quando morre alguém conhecido. Os pais, por exemplo, conversam com os filhos sobre vários assuntos, como sexo, por exemplo, mas, normalmente, não conversam sobre a morte.

As pessoas estão preparadas para a morte?
Não. Por mais que se saiba que é o fim de cada um, mas a grande maioria não está preparada para a morte, nem enterrar as pessoas queridas.

Por que?
A gente não inclui a morte na nossa vida. Interessante que anteriormente as pessoas morriam em casa, na frente dos parentes. Neste cenário, as crianças vivenciavam mais a morte. hoje, com a tecnologia as pessoas morrem no hospital, portanto, distante dos parentes.

Por falar em criança você acha que elas devem ir ao velório e enterro de alguém conhecido e a partir de que idade?.
Acho que as crianças devem participar do ritual do velório e enterro. Principalmente se for alguém mais próximo dela. Acho que não existe uma idade ideal. É necessário que os pais ou responsáveis percebam se ela suporta o volume de informação sobre a morte. Uma criança com 7,8, 10 anos já sabe que as pessoas morrem. Não vejo motivo para que elas se ausente do enterro. Mesmo que ela não queira ir, os pais devem conversar sobre a morte, a partir dos questionamento da criança. Agora, não devemos nunca forçar uma criança a ir ao velório sem vontade.

Porque sofremos tanto quando alguém morre?
Existe uma coisa chamada vínculo. Quanto mais vínculo você tem com o morto, mais dor será sentida. O vínculo se inicia no útero entre mãe e filho. Este, sem dúvida, é um dos vínculos mais fortes. Por isso, é tão doloroso perder uma mãe ou um filho. Depois tem o apego, que é desenvolvido após o nascimento. Ainda tem a relação do apego com satisfação, apego/satisfação e segurança. Quando você perde alguém que lhe transmite tais sentimento, você sofre. É mais ou menos assim: aquela pessoas fazia parte da minha vida. Ela foi embora e foi e deixou a sensação de terem arrancado um pedaço de mim. Dói, dói muito.

A forma como a pessoa morre influencia no tamanho da dor?
Sim. Existem fatores que dificultam a aceitação da morte. São eles o tipo de morte, violenta ou não, brusca ou não. A idade do morto e o tipo de vínculo também influenciam. Particulamente, pelas minhas experiências profissionais eu acho que o luto mais difícil é do de mãe para filho.

Como fazer para aliviar a dor?
A gente tem que pensar que a morte é um processo natural da vida. Ela é inevitável. Temos de permitir a dor, negá-la não irá ajudar em nada. É importante a participação das pessoas que têm vínculo com o morto no ritual de despedida, que é o velório e enterro. As pessoas devem ir, chorar se sentir vontade, conversar com o morto, se for o caso. Não é bom controlarmos as nossas emoções, deixem elas fluírem naturalmente. O velório é o local permitido para vocês expressar a sua dor. Vá ao velório, ao enterro e acompanhe até o fim.

Existem fases do luto?
De acordo com o psicólogo Rando, primeira existe a evitação, depois a confrontação. Depois a reação, a recordação, acomodação e a transferência do afeto para uma outra pessoa. É um processo natural que demora algum tempo dependendo de cada um e do vínculo que a pessoa tem pelo morto.

Qual a melhor hora de dar a notícia de morte e quem deve fazer isso?
Não existe uma hora adequada. A notícia deve ser dada imediatamente a morte, por um médico, se o morto for a óbito no hospital. Também pode ser dada por alguém da família ou com relação de amizade muito próxima. Se for necessário medicar, que seja feito por um especialista.

Um médico pode ajudar a superar a dor da morte de um querido?
É importante a ajuda. Um psicólogo pode ajudar a pessoa a permitir a dor, sem culpa. Existem casos de luto patológico, que são pessoas que vivem num eterno estado de luto, fazendo mal a ela mesma. Nós psicólogos podemos ajudar através da terapia. Existem ainda o luto evitativo, onde a pessoa tenta evitar a todo custo falar na morte de um querido. Ainda tem o luto crônico e o atípico. Em todos os casos os psicólogos podem tratar.


FONTE: https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=18&cad=rja&uact=8&ved=0CEcQFjAHOAo&url=http%3A%2F%2Fwww.cerescaico.ufrn.br%2Fmneme%2Fpdf%2Fmneme6_10%2Fmneme%2Fmorte.doc&ei=NK9zVLCIK4G5oQTy9IGQBQ&usg=AFQjCNHkMeo3VsMdnlAwZjxsU6KLcfs7ZQ&sig2=i4xzYLrxGpz_m95nOcaBOA&bvm=bv.80185997,d.dGY

23 de novembro de 2014

TEOLOGIA



A Reforma Religiosa

O processo de transição feudo-capitalista teve na Reforma religiosa do século XVI a grande revolução espiritual que encaminhou o homem à modernidade. Não podemos considerar a Reforma uma simples manifestação de descontentamento, pois, ao romper a unidade do cristianismo ocidental, alterou profundamente a estrutura clerical e a visão sobre vários dogmas, como também uma revisão na essência da doutrina da salvação.
Em síntese, podemos entender a Reforma como uma tentativa de restauração do cristianismo primitivo ou verdadeiro que, de um modo geral, começou a se processar desde a Baixa Idade Média e atingiu sua maior amplitude com a Reforma protestante e a reação católica representada pela Contra-Reforma.

1.    A Conjuntura e os Fatores da Reforma
Com a crise do modo de vida feudal, o Renascimento urbano-comercial passou a determinar um novo contexto socioeconô-mico. A Igreja Católica, no entanto, com sua postura doutrinária acerca do empréstimo de dinheiro a juros e a busca do lucro em geral (usura), passou a representar um bloqueio ao espírito de acumulação pré-capitalista. Começou a se fazer sentir cada vez mais a necessidade de adequar a fé e os princípios religiosos à nova realidade econômica. Se de um lado tínhamos a burguesia nascente tentando conciliar a nova mentalidade do lucro e da acumulação de riqueza com sua consciência religiosa, a crise estrutural, pela qual passava o feudalismo, gerava uma atmosfera de tensões e conflitos entre os servos e os senhores feudais. As pressões senhoriais traduziram-se em constantes revoltas camponesas. Nesse contexto de transformações socioeconômicas, a crise religiosa passou a ser um elemento de convergência das lutas de classe. De um lado, o poder senhorial católico (nobreza feudal e alto clero), do outro, a burguesia ascendente e o campesinato oprimido.
Do ponto de vista político, o processo de fortalecimento e centralização do poder real, que culminou com a formação das Monarquias Nacionais, fez surgir um Estado forte e dominador, o que tornou inevitável e imperioso o controle sobre a Igreja. Por outro lado, era oportuna a convulsão religiosa que permitiria aos soberanos confiscar os bens e submeter a Igreja à sua tutela, como veremos na Inglaterra de Henrique VIII ou na Alemanha de Martinho Lutero.
Nesse contexto de mudanças econômicas, sociais e políticas, surgiram as condições determinantes para a Reforma, levando em conta, contudo, que os problemas de ordem religiosa e espiritual tiveram fundamental importância. Não podemos associar essa verdadeira revolução da cristandade exclusivamente a fatores materiais, econômicos (capitalismo) ou políticos. A grande questão estava ligada à crise religiosa criada a partir da inadequação do clero (Igreja Católica) à qualificação da fé (Renascimento/ Humanismo).
A humanidade, no contexto da transição feudo-capitalista (século XVI), mantinha uma profunda fé em Deus. As provas de fé foram constantes ao longo da Idade Média; as Cruzadas, a construção de igrejas e as heresias nos comprovam uma religiosidade intensa e fervorosa. Ao mesmo tempo, a partir do Renascimento, com o desenvolvimento técnico e o surgimento da imprensa, a publicação em série da Bíblia possibilitou a difusão e a conscientização religiosa dos fiéis, tornando-os mais exigentes e críticos em relação à Igreja Católica. Os humanistas como Erasmo de Roterdam (Elogio da Loucura) e Thomas Morus (Utopia) podem ser vistos como elementos dessa nova visão e consciência crítica, pois, ao condenar a ignorância e a imoralidade do clero, levantaram a necessidade da mudança.

Fonte: http://interna.coceducacao.com.br/ebook/pages/2973.htm

22 de novembro de 2014

MEDITE


PAZ




A Paz é geralmente definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações agitação.

No plano pessoal, paz designa um estado de espírito isento de ira, desconfiança e de um modo geral todos os sentimentos negativos. Assim, ela é desejada por cada pessoa para si próprio e, eventualmente, para os outros, ao ponto de se ter tornado uma frequente saudação (que a paz esteja contigo) e um objetivo de vida. A paz é mundialmente representada pelo pombo e pela bandeira branca.