Psicologa Organizacional

7 de janeiro de 2015

Fatores Desencadeantes do Estresse



O estudo sobre o estresse tem ganhado grande atenção por estar sendo considerado causador de graves problemas tanto na saúde física e mental como também no ambiente de trabalho. O estudo sobre o fenômeno estresse organizacional vem crescendo cada vez mais na literatura científica, uma razão para esse aumento deve-se ao fato de estar gerando consequências negativas dentro do ambiente de trabalho afetando o desempenho como também a produtividade dos funcionários dentro da organização...
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28 de dezembro de 2014

O PODER DO PERDÃO



Princípios Bíblicos sobre o Perdão
''Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. – Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas."  Mateus 6:14-15

Em meio a tantas teorias sabe-se que o perdão é um princípio fundamental para a vida espiritual. E a falta do mesmo tem mantido muitos em cativeiros.
Muitos estão muito bem com o princípio do perdão, mas nunca realmente executam o seu pleno significado em sua vida pessoal.
A falta de perdão na vida de uma pessoa proporciona uma escravidão emocional negativa que causa vida depressiva e  opressa, sem contar as possíveis doenças físicas que desenvolvem no corpo.
Em meio a várias definições sobre o conceito perdão aqui destacamos: Conceder indulto gratuito ou remissão de qualquer ofensa ou dívida; desistir de toda reivindicação.
A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Constitui a liberação ou cancelamento de uma obrigação.

O perdão é uma ordem não uma sugestão “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. – Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” Mateus 6:14-15
Percebe-se esse principio como fato depois que o Senhor ensinou Seus discípulos a orar. Vale ressaltar ainda que é um princípio espiritual. Porque conforme as Escrituras Sagradas Deus não quer falar conosco até que reconciliemos nossas diferenças com o outro – “Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.”. (Mateus 5:24). Podemos ver ainda outros textos que sinalizam o assunto: Provérbios 19:11 “O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão”; Provérbios 24:29 “Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra”;  Colossenses 3:12-13 “Revesti-vos pois, como eleitos de Deus, santos, e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro: assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também
As Escrituras Sagradas nos ensina que não há limite para o perdão “”. Mateus 18:21-22 “21 Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? 22 Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.”. Jesus não disse para perdoar 490 vezes e parar, é ilimitado.  Quantas vezes você quer ser perdoado? Outro ponto importante é o que o Apóstolo Paulo diz em – 1 Coríntios 13:5 “O amor não guarda rancor”. o Apóstolo Pedro em 1 Pedro 4:8 – O amor cobre uma multidão de pecados. É necessário aprender a perdoar como Deus perdoa. Vejamos o que o salmista diz: Salmo 103:12 “Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões”.
A falta de perdão nos mantém em cativeiro. Mateus 18:23-35.  Impede o perdão do Pai. A Bíblia nos ensina que fomos perdoados de uma dívida que nunca poderíamos pagar, qualquer dívida para nós é minúscula em comparação ao que recebemos. A ciência tem sinalizado que a falta de perdão abre a porta para doenças físicas e mentais e os espiritualistas informam sobre as fortalezas espirituais negativas.  Pode limitar ou até mesmo bloquear as bênçãos de Deus em nossas vidas. É necessário ressaltar que podemos bloquear nosso próprio perdão. Mateus 6:14-15 “Se não perdoamos, não podemos ser perdoados”. Nas Escrituras encontramos uma passagem muito sensata que diz “Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” Provérbios 28:13.  A falta de perdão é um pecado que bloqueia a prosperidade. Nos deixa amargos e os nossos corações endurecidos.
O perdão é um ato volitivo. Não um sentimento, mas uma decisão. – É contínuo (passado, presente e futuro). – É do espírito – e não a carne, não a alma. – Você deve ser capaz de ver o seu agressor como um espírito vivo, não um inimigo, não como um desafio no caminho da vida, não como um obstáculo no seu caminho para o paraíso.
A conciliação é sempre a resposta. Não podemos permitir quaisquer áreas de falta de perdão em nossas vidas. Devemos manter nossa consciência limpa e manter-nos em comunhão com os demais. Não insistir na falta de perdão.
Sendo assim podemos ler o que o Apóstolo Paulo escreve a Igreja de Roma - Romanos 12:14-18 “14 Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. 15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; 16 Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos; 17 A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. 18 Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens’.

Adaptado por Acimarley Freitas

21 de dezembro de 2014

O BOM SAMARITANO

O Bom Samaritano


Lucas 10:25-35

25 Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: "Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?"
26 "O que está escrito na Lei?", respondeu Jesus. "Como você a lê?"
27 Ele respondeu: " 'Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento' e 'Ame o seu próximo como a si mesmo'".
28 Disse Jesus: "Você respondeu corretamente. Faça isso e viverá".
29 Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: "E quem é o meu próximo?"
30 Em resposta, disse Jesus: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto.
31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado.
32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.
33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele.
34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.
35 No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: 'Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'.

Neste texto verificamos que nem sempre são os religiosos àqueles que mais ensinam sobre o amor ao próximo. Jesus nos incentiva a demonstrar este amor de maneira prática no nosso dia a dia.

1 – O amor é o cumprimento da lei (v.25-28).
  Quem ama não viola os mandamentos contra Deus e o próximo. O primeiro mandamento diz: “amai o Senhor teu Deus... e ao próximo como a ti mesmo” (v.27) todas as vezes que negamos amor estamos violando este mandamento.
  Quem ama não faz acepção de pessoas. Quem ama não vê o pecado, o mau cheiro, a feiura, pois o amor encobre tudo isto. O amor supera as diferenças.

2 – O amor se manifesta concretamente (Tg 2.14).
Deus não deseja apenas declarações de amor através de orações, músicas, poesias e belos escritos, Ele quer ver também manifestações concretas que envolvem:
Identificação - “passou perto” - (v.33) – A indiferença nos faz ficar longe. Não se aproximar das pessoas necessitadas. Fugir dos conflituados. Cada dia mais desejamos afastar-nos das pessoas complicadas e com problemas. Poucos querem se envolver.
Compaixão (v.33) – O egoísmo é uma das principais causas da falta de compaixão. (I Jo 3.17-18; Sl 41.1-3).
Ação (v.34) – Muita gente se compadece e sofre com os desafortunados, mas não faz nada de prático. Sentir não é tudo, o sentimento tem que vir acompanhado da ação.
Renúncia ao conforto pessoal - “o seu animal” - (v.34 b) – Algumas vezes, demonstrar amor significa abrir mão de seu conforto, de sua comodidade. Que aconteceria se no caminho para a igreja você fosse parado para dar ajuda a um acidentado? Não vemos mais atitudes de cortesia aos idosos e deficientes, mulheres grávidas.
A ajuda deve ser substancial (hospedaria) – O samaritano não deu apenas um pão, mas se envolveu com aquele homem, providenciou um lugar e oportunidade para livrá-lo de uma vez por todas daquela situação.
Investimento (v.34) – Não é preciso muito, apenas um pouco de boa vontade e investimento de cada um. Há muitos velhinhos em asilo, muitas crianças esperando por famílias que queiram adotá-las, muitos meninos e meninas cheios de talentos e potencial esperando por uma oportunidade, mulheres precisando de creches para deixar os seus filhos e trabalhar com tranqüilidade.

3 – Obstáculos para manifestação deste amor
Ser importante (v.31, 32) – O sacerdote e o levita eram homens respeitados, tinham coisas mais importantes a fazer para ajudar um mísero na rua.
Unilateralismo religioso: O sacerdote e o levita só estavam preocupados com o culto e restringiam sua relação com Deus ao serviço religioso.
Perspectiva errada (v.29) – Quem é meu próximo? Jesus ensinou que eu não tenho que ter próximo, eu é que tenho que ser o próximo (v.36) por estar próximo (v.33).
Visão anti-séptica (v.31-33) – Excesso de visão do perigo nos afasta dos caídos e necessitados - O sacerdote e o levita passaram de longe, já o samaritano passou perto e viu.

Sendo assim Jesus nos faz esta pergunta do verso 36: Qual a sua resposta? Se for a mesma do intérprete da lei, ou seja: aquele que usou de misericórdia, então ouça também a voz de Jesus dizendo a você: “Vai e procede de igual modo”.

19 de dezembro de 2014

Beija-flor




As tempestades da alma
Devastam a calma...
Deixam-nos apenas assombros,
Sufocam-nos sob os escombros...
Atiram-me ao vazio
E mesmo sóbrio, sinto-me ébrio...
Tingem de cinza todos os momentos...
Despedaçam-me esses tormentos...
Contudo, depois da escuridão...
Das sombras, da noite e da ilusão...
Há a claridade do dia,
Esperança, bonança, talvez alegria...
É preciso sair da mesmice...
Mesmo com recaídas de pieguice...
Moldar outro mosaico de destroços...
Matizar de cores novos prelúdios...
Permitir florir as emoções...
Dançar e cantar muitas canções...
Transbordar aromas nas missões...
Debulhar em versos nossas paixões...
E de repente haverá em nós...
Um novo tempo desfazendo nós.
A neve derreter-se-á de repente...
Será primavera, aqui, no presente.
Surgirão poesias e suas metáforas...
Que se enfeitarão de rimas diáfanas...
Desenharão um belo jardim...
Com certezas e correntezas sem fim...
E quando sinuosamente versar...
E quando silenciosamente desabrochar...
E quando possibilitarem dias claros...
E quando exalaram perfumes  raros...
Ver-se-ão abrir as grades da prisão...
É hora de voar em direção...
Aos sonhos, nos corações, refeitos...
Aos medos, por amor, desfeitos...
Não se podem aprisionar pássaros...
Muito menos sentimentos...
Bate as asas, agilmente, o colibri...
Em busca daquela flor que lhe sorri...
São muitas cores e flores...
Desfolhadas, dedilhadas pelos amores...
Mas o beija-flor vem de leve...
Quer que a lua o leve...
Para beijar aqui e além...
As estrelas do seu bem...
Sabe onde encontrar outrem..

Afinal, sempre, esteve dentro deste alguém!

Fonte: http://entrelinhaseversoscrisjoshaff.blogspot.com.br/2013/08/beija-flor.html

8 de dezembro de 2014

O PAPEL DO PROFESSOR PARA O DESENVOLVIMENTO AFETIVO-EMOCIONAL DO ALUNO



O trabalho refere-se à nossa proposta de dissertação de Mestrado junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da PUCRS. O tema de pesquisa volta-se para o papel do professor no desenvolvimento afetivo-emocional do aluno. Como questão norteadora a pesquisa trás: Quais as estratégias pedagógicas e/ou medidas que os docentes, de Séries Iniciais do Ensino Fundamental numa Escola Pública da cidade de Santa Maria – Rio Grande do Sul, utilizam na prática com a finalidade de resolver questões afetivos –emocionais de seus alunos? O objetivo geral consiste em verificar quais as estratégias e/ou medidas que os docentes, de Séries Iniciais do Ensino Fundamental utilizam com a finalidade de resolver questões afetivo-emocionais de seus alunos. Dentre os objetivos específicos estão: Investigar a maneira como os docentes resolvem situações de conflito interpessoal na sala de aula. Elencar as características comportamentais dos alunos que mais preocupam os docentes. Analisar como ocorreu a formação docente em relação aos aspectos afetivos-emocionais dos alunos. A abordagem metodológica adotada está vinculada ao paradigma construtivista ou naturalístico, consistindo num Estudo de Caso do tipo qualitativo. Os participantes da pesquisa são professores de Ensino Fundamental de uma Escola Estadual da cidade de Santa Maria –Rio Grande do Sul e a turma de alunos correspondente aos referidos docentes. A escolha por professores de Ensino Fundamental se dá porque crianças nesta faixa etária sofrem um grande salto qualitativo no que se refere ao amadurecimento emocional e social mostrando grande envolvimento afetivo com o professor. Outro fato que nos conduziu a esses sujeitos de pesquisa foi porque acreditamos na influencia do professor sobre a vida do aluno, num período do desenvolvimento considerado crucial com relação ao aparecimento de problemas afetivos-emocinais no comportamento infantil. Entre a infância inicial e a infância intermediária, os professores como mediadores deaprendizagens terão grande importância para a vida imediata e futura do aluno. O ingresso na Primeira Série do Ensino Fundamental marca uma separação significativa entre a criança e o grupo familiar. Surgirão, gradativamente exigências bem diferentes daquelas apresentadas pela  família. Crianças que mostravam dificuldades nas etapas anteriores do desenvolvimento podem vir a acentuá-las na presente ocasião. A imaturidade psicológica ou fatores relativos a personalidade do aluno podem precipitar problemas, anteriormente inexistentes. No entanto, na terceira infância, as crianças tornam-se mais habilidosas socialmente, capazes de formar autoconceitos amplos e abrangentes, passando a privilegiar o brincar e o aprender em grupos e com os mais velhos. Além disso, ela torna-se mais responsável, e capaz de entender ideias complexas. Prestando mais atenção à continuidade e a padrões de comportamento e melhorando a percepção dos objetos físicos. É por volta dos seis e sete anos de idade, que a criança passa do autoconceito concreto para o autoconceito abstrato, libertando-se gradativamente da supervisão dos pais ou professores, passando a experimentar novos riscos, detectar emoções mais complexas e, conseqüentemente, acontece um aperfeiçoamento na qualidade dos vínculos relacionais que se tornam mais duradouros (BEE, 2003; BERGER, 2003). Relacionado ao que foi colocado acima, Marturano e Loureiro (2003) reforçam a ideia na qual crianças entre seis a doze anos experimentam a necessidade de aprender com os adultos e tornam-se competentes e com capacidade produtiva. Por isso, nosso estudo focar-se-á nos professores desses alunos, que dentro de uma perspectiva do desenvolvimento humano estão em um momento da vida especial no que se refere a construção de novas aprendizagens sociais e cognitivas. Os professoresparticipantes da pesquisa são todos oriundos de uma Escola Pública Estadual da cidade de Santa Maria. A escolha destes deu-se de modo intencional, ou seja, foram escolhidos a partir do critério indicação. Na escola o Serviço de Orientação Educacional elencou as professoras para o estudo. As educadoras deveriam corresponder aos seguintes critérios: boa relação com os alunos, dedicação à docência ou “gosto pelo que faz” (grifo nosso). Estão sendo utilizados os seguintes instrumentos para a coleta de dados: a entrevista semi-estruturada com os professores e os diários de campo, que foram intitulados de planilhas de coleta de dados. Para entrevista com os professores elaborou-se um roteiro contendo as questões de pesquisa, pra guiar a entrevista, passando por alguns tópicos principais a serem tratados, seguindo uma seqüência de assuntos, não descartando questões que possam surgir ao longo da conversa, as quais podem ser de grande importância ao estudo. Procurou-se estabelecer um contato amistoso com o entrevistando de modo que este possa sentir-se à vontade para falar livremente, sem medos ou ansiedade. Para o registro das entrevistas utilizamos um gravador e fitas cassetes. A análise dosdados ocorrerá de maneira qualitativa através da Análise de Conteúdo (ENGERS, 1987, 1994), seguindo as seguintes passos:
• Impregnação do texto, uma leitura exaustiva e flutuante no qual o pesquisador vai interagindo com a fala do entrevistado a fim de compreender suas manifestações. Esta fase está vinculada com a percepção do entrevistador e daquele(s) que faz (em) a análise, razão pela qual esta pessoa, sempre que possível, é um elemento importante na leitura e correção da transcrição da entrevista, bem como da análise.
•A análise vertical estuda as manifestações expressas na entrevista de cada respondente e aquelas que estão implícitas, isto é, busca extrair os significados;
 • A análise horizontal estuda cada questão de entrevista, considerando todos os entrevistados naquilo que já foi evidenciado na análise vertical;
 • A síntese busca identificar as diferentes manifestações dos entrevistados, agrupando-as, quando possível, para finalmente buscar sintetizá-las;
• A Categorização, que traduz as evidências que emergem do estudo.
O estudo está em andamento, até a presente ocasião contatamos com os docentes e iniciamos uma análise superficial das entrevistas. Foi possível perceber até o momento que as estratégias que os docentes se utilizam na sala de aula para resolver questões relacionais dos alunos são: conversas individuais com os alunos, solicitação do apoio da turma de alunos, pedido da visita dos pais à escola e acompanhamento dos serviços de psicopedagogia e
Orientação Educacional da escola. Partindo disso, nessa ocasião podemos dizer que uma das medidas mais eficientes, porque gera mudança de comportamento, é a conversa individual entre professor e aluno. De uma maneira geral, os professores preocupam-se mais com os alunos hiperativos/ indisciplinados e agressivos. Todos os docentes afirmaram que a formação não ofereceu subsídios para trabalhar com os problemas afetivo-emocionais dos alunos, um grupo menor dos entrevistados disse que tem buscado formação continuada para dar conta disso. Para finalizar, é possível dizer que a maioria dos professores que estabelecem relação de proximidade com os alunos vem mostrando capacidade de encontrar soluções para a resolução dos problemas escolares, isso quer dizer que esses trabalham os aspectos afetivosemocionais independentemente de uma recíproca de outros órgãos ou pessoas (governo, família, educador educacional, direção da escola e outros profissionais).