Psicologa Organizacional

10 de janeiro de 2015

AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20




A Psicologia enquanto um ramo da Filosofia estudava a alma. A Psicologia científica nasce quando, de acordo com os padrões de ciência do século 19, Wundt preconiza a Psicologia “sem alma”. O conhecimento tido como científico passa então a ser aquele produzido em laboratórios, com o uso de instrumentos de observação e medição. Se antes a Psicologia estava subordinada à Filosofia, a partir daquele século ela passa a ligar-se a especialidades da Medicina, que assumira, antes da Psicologia, o método de investigação das ciências naturais como critério rigoroso de construção do conhecimento.

Essa Psicologia científica, que se constituiu de três escolas — Associacionismo, Estruturalismo e Funcionalismo —, foi substituída, no século 20, por novas teorias.

As três mais importantes tendências teóricas da Psicologia neste século são consideradas por inúmeros autores como sendo o Behaviorismo ou Teoria (S-R) (do inglês Stimuli-Respond— Estímulo-Resposta), a Gestalt e a Psicanálise.

• O Behaviorismo, que nasce com Watson e tem um desenvolvimento grande nos Estados Unidos, em função de suas aplicações práticas, tornou-se importante por ter definido o fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento (behavior).

• A Gestalt, que tem seu berço na Europa, surge como uma negação da fragmentação das ações e processos humanos, realizada pelas tendências da Psicologia científica do século 19, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade. A Gestalt é a tendência teórica mais ligada à Filosofia.

• A Psicanálise, que nasce com Freud, na Áustria, a partir da prática médica, recupera para a Psicologia a importância da afetividade e postula o inconsciente como objeto de estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão.

Fonte: http://psicologiabis.blogspot.com.br/2013/02/as-principais-teorias-da-psicologia-no.html

8 de janeiro de 2015

A Compreensão Empática como Agente Facilitador no Processo de Aprendizagem




O presente artigo busca refletir sobre a importância da Compreensão Empática ou empatia, na relação entre professor e aluno, a nosso ver, de extrema importância em todo o processo de ensino e aprendizagem. Tem por objetivo analisar o papel da empatia, enquanto instrumento de facilitação da aprendizagem, na valorização desta relação, visto favorecer a vinculação afetiva, aumentando a sensação de segurança e a motivação para o conhecimento. A fundamentação teórica principal parte das concepções da Abordagem Centrada na Pessoa, desenvolvida por Carl Rogers, suscitada dentro da psicologia clínica, mas ampliada também para a esfera educacional. Foram consideradas também as contribuições de autores como Gobbi (2002), Gusmão (1999), Bacellar (2010), Pretto (1978), dentre outros, afinados com a mesma perspectiva de Rogers, que enfatizaram ser por meio da comunicação empática que o professor age como um facilitador para o aprendizado e a mudança do aluno. Conclui-se, portanto, que a empatia tem a capacidade de melhorar, além de tornar o processo muito mais humano, os resultados das intervenções relacionadas às dificuldades ou aquisição de aprendizagem.

Acesse o Link:

7 de janeiro de 2015

Fatores Desencadeantes do Estresse



O estudo sobre o estresse tem ganhado grande atenção por estar sendo considerado causador de graves problemas tanto na saúde física e mental como também no ambiente de trabalho. O estudo sobre o fenômeno estresse organizacional vem crescendo cada vez mais na literatura científica, uma razão para esse aumento deve-se ao fato de estar gerando consequências negativas dentro do ambiente de trabalho afetando o desempenho como também a produtividade dos funcionários dentro da organização...
Acesse o Link:

28 de dezembro de 2014

O PODER DO PERDÃO



Princípios Bíblicos sobre o Perdão
''Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. – Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas."  Mateus 6:14-15

Em meio a tantas teorias sabe-se que o perdão é um princípio fundamental para a vida espiritual. E a falta do mesmo tem mantido muitos em cativeiros.
Muitos estão muito bem com o princípio do perdão, mas nunca realmente executam o seu pleno significado em sua vida pessoal.
A falta de perdão na vida de uma pessoa proporciona uma escravidão emocional negativa que causa vida depressiva e  opressa, sem contar as possíveis doenças físicas que desenvolvem no corpo.
Em meio a várias definições sobre o conceito perdão aqui destacamos: Conceder indulto gratuito ou remissão de qualquer ofensa ou dívida; desistir de toda reivindicação.
A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Constitui a liberação ou cancelamento de uma obrigação.

O perdão é uma ordem não uma sugestão “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. – Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” Mateus 6:14-15
Percebe-se esse principio como fato depois que o Senhor ensinou Seus discípulos a orar. Vale ressaltar ainda que é um princípio espiritual. Porque conforme as Escrituras Sagradas Deus não quer falar conosco até que reconciliemos nossas diferenças com o outro – “Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.”. (Mateus 5:24). Podemos ver ainda outros textos que sinalizam o assunto: Provérbios 19:11 “O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão”; Provérbios 24:29 “Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra”;  Colossenses 3:12-13 “Revesti-vos pois, como eleitos de Deus, santos, e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro: assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também
As Escrituras Sagradas nos ensina que não há limite para o perdão “”. Mateus 18:21-22 “21 Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? 22 Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.”. Jesus não disse para perdoar 490 vezes e parar, é ilimitado.  Quantas vezes você quer ser perdoado? Outro ponto importante é o que o Apóstolo Paulo diz em – 1 Coríntios 13:5 “O amor não guarda rancor”. o Apóstolo Pedro em 1 Pedro 4:8 – O amor cobre uma multidão de pecados. É necessário aprender a perdoar como Deus perdoa. Vejamos o que o salmista diz: Salmo 103:12 “Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões”.
A falta de perdão nos mantém em cativeiro. Mateus 18:23-35.  Impede o perdão do Pai. A Bíblia nos ensina que fomos perdoados de uma dívida que nunca poderíamos pagar, qualquer dívida para nós é minúscula em comparação ao que recebemos. A ciência tem sinalizado que a falta de perdão abre a porta para doenças físicas e mentais e os espiritualistas informam sobre as fortalezas espirituais negativas.  Pode limitar ou até mesmo bloquear as bênçãos de Deus em nossas vidas. É necessário ressaltar que podemos bloquear nosso próprio perdão. Mateus 6:14-15 “Se não perdoamos, não podemos ser perdoados”. Nas Escrituras encontramos uma passagem muito sensata que diz “Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” Provérbios 28:13.  A falta de perdão é um pecado que bloqueia a prosperidade. Nos deixa amargos e os nossos corações endurecidos.
O perdão é um ato volitivo. Não um sentimento, mas uma decisão. – É contínuo (passado, presente e futuro). – É do espírito – e não a carne, não a alma. – Você deve ser capaz de ver o seu agressor como um espírito vivo, não um inimigo, não como um desafio no caminho da vida, não como um obstáculo no seu caminho para o paraíso.
A conciliação é sempre a resposta. Não podemos permitir quaisquer áreas de falta de perdão em nossas vidas. Devemos manter nossa consciência limpa e manter-nos em comunhão com os demais. Não insistir na falta de perdão.
Sendo assim podemos ler o que o Apóstolo Paulo escreve a Igreja de Roma - Romanos 12:14-18 “14 Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis. 15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; 16 Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos; 17 A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. 18 Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens’.

Adaptado por Acimarley Freitas

21 de dezembro de 2014

O BOM SAMARITANO

O Bom Samaritano


Lucas 10:25-35

25 Certa ocasião, um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova e lhe perguntou: "Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?"
26 "O que está escrito na Lei?", respondeu Jesus. "Como você a lê?"
27 Ele respondeu: " 'Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento' e 'Ame o seu próximo como a si mesmo'".
28 Disse Jesus: "Você respondeu corretamente. Faça isso e viverá".
29 Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: "E quem é o meu próximo?"
30 Em resposta, disse Jesus: "Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto.
31 Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado.
32 E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.
33 Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele.
34 Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele.
35 No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: 'Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver'.

Neste texto verificamos que nem sempre são os religiosos àqueles que mais ensinam sobre o amor ao próximo. Jesus nos incentiva a demonstrar este amor de maneira prática no nosso dia a dia.

1 – O amor é o cumprimento da lei (v.25-28).
  Quem ama não viola os mandamentos contra Deus e o próximo. O primeiro mandamento diz: “amai o Senhor teu Deus... e ao próximo como a ti mesmo” (v.27) todas as vezes que negamos amor estamos violando este mandamento.
  Quem ama não faz acepção de pessoas. Quem ama não vê o pecado, o mau cheiro, a feiura, pois o amor encobre tudo isto. O amor supera as diferenças.

2 – O amor se manifesta concretamente (Tg 2.14).
Deus não deseja apenas declarações de amor através de orações, músicas, poesias e belos escritos, Ele quer ver também manifestações concretas que envolvem:
Identificação - “passou perto” - (v.33) – A indiferença nos faz ficar longe. Não se aproximar das pessoas necessitadas. Fugir dos conflituados. Cada dia mais desejamos afastar-nos das pessoas complicadas e com problemas. Poucos querem se envolver.
Compaixão (v.33) – O egoísmo é uma das principais causas da falta de compaixão. (I Jo 3.17-18; Sl 41.1-3).
Ação (v.34) – Muita gente se compadece e sofre com os desafortunados, mas não faz nada de prático. Sentir não é tudo, o sentimento tem que vir acompanhado da ação.
Renúncia ao conforto pessoal - “o seu animal” - (v.34 b) – Algumas vezes, demonstrar amor significa abrir mão de seu conforto, de sua comodidade. Que aconteceria se no caminho para a igreja você fosse parado para dar ajuda a um acidentado? Não vemos mais atitudes de cortesia aos idosos e deficientes, mulheres grávidas.
A ajuda deve ser substancial (hospedaria) – O samaritano não deu apenas um pão, mas se envolveu com aquele homem, providenciou um lugar e oportunidade para livrá-lo de uma vez por todas daquela situação.
Investimento (v.34) – Não é preciso muito, apenas um pouco de boa vontade e investimento de cada um. Há muitos velhinhos em asilo, muitas crianças esperando por famílias que queiram adotá-las, muitos meninos e meninas cheios de talentos e potencial esperando por uma oportunidade, mulheres precisando de creches para deixar os seus filhos e trabalhar com tranqüilidade.

3 – Obstáculos para manifestação deste amor
Ser importante (v.31, 32) – O sacerdote e o levita eram homens respeitados, tinham coisas mais importantes a fazer para ajudar um mísero na rua.
Unilateralismo religioso: O sacerdote e o levita só estavam preocupados com o culto e restringiam sua relação com Deus ao serviço religioso.
Perspectiva errada (v.29) – Quem é meu próximo? Jesus ensinou que eu não tenho que ter próximo, eu é que tenho que ser o próximo (v.36) por estar próximo (v.33).
Visão anti-séptica (v.31-33) – Excesso de visão do perigo nos afasta dos caídos e necessitados - O sacerdote e o levita passaram de longe, já o samaritano passou perto e viu.

Sendo assim Jesus nos faz esta pergunta do verso 36: Qual a sua resposta? Se for a mesma do intérprete da lei, ou seja: aquele que usou de misericórdia, então ouça também a voz de Jesus dizendo a você: “Vai e procede de igual modo”.