Psicologa Organizacional

10 de janeiro de 2015

AUTOCONHECIMENTO



O autoconhecimento, segundo a psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo. A prática de se conhecer melhor faz com que uma pessoa tenha controle sobre suas emoções, independente de serem positivas ou não. Tal controle emocional provocado pelo autoconhecimento pode evitar sentimentos de baixa autoestima, inquietude, frustração, ansiedade, instabilidade emocional e outros, atuando como importante exercício de bem-estar e ocasionando resoluções produtivas e conscientes acerca de seus variados problemas.

Toda pessoa possui o refúgio dos seus recursos pessoais, mas esse pode ser acionado de forma a não se desgastar se houver o controle das emoções ou ainda ser utilizado de forma a obter futura recomposição. Ela também consegue permanecer equilibrada em casos de fatores externos como críticas, perda de emprego, término de relacionamento e outros que vulneram o emocional. O conhecimento de si próprio não dá prioridade a opiniões ou respostas e sim estimula seus fatores positivos a detectar os negativos a fim de modificá-los favoravelmente.

Pode-se buscar o autoconhecimento a partir da detecção dos defeitos e qualidades, sendo esses externos (corporais) e internos (emocionais). O equilíbrio entre os fatores internos e externos deve ser buscado para que não haja espaço para manipulação e fragilidade. Também pode haver reflexão de vida, analisando o comportamento obtido até então e as atitudes tomadas para que se consiga detectar maus atos e comportamentos, a fim de que não mais ocorram.


Fonte: http://www.brasilescola.com/psicologia/autoconhecimento.htm

ANSIEDADE




A ansiedade é um mal-estar que está ligado a sentimentos de medo, tensão e perigo. Pode ser desenvolvida durante a infância, em que a criança se torna carente e insegura; pode ser de origem genética ou pode ser desencadeada pela dificuldade de aceitar o novo. Seus sintomas são: taquicardia, sudorese, tremores, tensão muscular, aumento do desejo de urinar e defecar, cefaleia, dor no estômago, transpiração excessiva, entre outros.

A ansiedade é o início de algumas doenças psicológicas que necessitam de tratamentos e cuidados especiais. A síndrome do pânico caracteriza pessoas com pavores exagerados, decorrentes de situações imaginárias, como ter medo de morrer de repente, de passar mal e não ser socorrido e outros.

A ansiedade generalizada caracteriza pessoas com sentimentos contínuos de desespero, aflição, susto e inquietação. As fobias também são formas de expressar a ansiedade. Nosso sistema nervoso central necessita de situações confortáveis e seguras para transmitir sensações de bem-estar.

Quando este recebe situações de perigo, causando medo, acontece o estado ansioso que também pode ser desencadeado por pessoas desequilibradas emocionalmente quando estão em contato com algo novo ou com situações inesperadas ou desconhecidas. Em estágios ansiosos, os pensamentos se tornam acelerados causando grande confusão mental, ineficiência de ação e aumento da sensação de perigo.


AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20




A Psicologia enquanto um ramo da Filosofia estudava a alma. A Psicologia científica nasce quando, de acordo com os padrões de ciência do século 19, Wundt preconiza a Psicologia “sem alma”. O conhecimento tido como científico passa então a ser aquele produzido em laboratórios, com o uso de instrumentos de observação e medição. Se antes a Psicologia estava subordinada à Filosofia, a partir daquele século ela passa a ligar-se a especialidades da Medicina, que assumira, antes da Psicologia, o método de investigação das ciências naturais como critério rigoroso de construção do conhecimento.

Essa Psicologia científica, que se constituiu de três escolas — Associacionismo, Estruturalismo e Funcionalismo —, foi substituída, no século 20, por novas teorias.

As três mais importantes tendências teóricas da Psicologia neste século são consideradas por inúmeros autores como sendo o Behaviorismo ou Teoria (S-R) (do inglês Stimuli-Respond— Estímulo-Resposta), a Gestalt e a Psicanálise.

• O Behaviorismo, que nasce com Watson e tem um desenvolvimento grande nos Estados Unidos, em função de suas aplicações práticas, tornou-se importante por ter definido o fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento (behavior).

• A Gestalt, que tem seu berço na Europa, surge como uma negação da fragmentação das ações e processos humanos, realizada pelas tendências da Psicologia científica do século 19, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade. A Gestalt é a tendência teórica mais ligada à Filosofia.

• A Psicanálise, que nasce com Freud, na Áustria, a partir da prática médica, recupera para a Psicologia a importância da afetividade e postula o inconsciente como objeto de estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão.

Fonte: http://psicologiabis.blogspot.com.br/2013/02/as-principais-teorias-da-psicologia-no.html

8 de janeiro de 2015

A Compreensão Empática como Agente Facilitador no Processo de Aprendizagem




O presente artigo busca refletir sobre a importância da Compreensão Empática ou empatia, na relação entre professor e aluno, a nosso ver, de extrema importância em todo o processo de ensino e aprendizagem. Tem por objetivo analisar o papel da empatia, enquanto instrumento de facilitação da aprendizagem, na valorização desta relação, visto favorecer a vinculação afetiva, aumentando a sensação de segurança e a motivação para o conhecimento. A fundamentação teórica principal parte das concepções da Abordagem Centrada na Pessoa, desenvolvida por Carl Rogers, suscitada dentro da psicologia clínica, mas ampliada também para a esfera educacional. Foram consideradas também as contribuições de autores como Gobbi (2002), Gusmão (1999), Bacellar (2010), Pretto (1978), dentre outros, afinados com a mesma perspectiva de Rogers, que enfatizaram ser por meio da comunicação empática que o professor age como um facilitador para o aprendizado e a mudança do aluno. Conclui-se, portanto, que a empatia tem a capacidade de melhorar, além de tornar o processo muito mais humano, os resultados das intervenções relacionadas às dificuldades ou aquisição de aprendizagem.

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7 de janeiro de 2015

Fatores Desencadeantes do Estresse



O estudo sobre o estresse tem ganhado grande atenção por estar sendo considerado causador de graves problemas tanto na saúde física e mental como também no ambiente de trabalho. O estudo sobre o fenômeno estresse organizacional vem crescendo cada vez mais na literatura científica, uma razão para esse aumento deve-se ao fato de estar gerando consequências negativas dentro do ambiente de trabalho afetando o desempenho como também a produtividade dos funcionários dentro da organização...
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