Psicologa Organizacional

12 de janeiro de 2015

A EFICÁCIA DO RISO



Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.


Fonte: http://www.brasilescola.com/curiosidades/a-eficacia-riso.htm

11 de janeiro de 2015

MANTENDO O FOCO


 
“Os teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, diretamente diante de ti.”Provérbios 4:25

Quando Jesus estava treinando os seus discípulos, uma das coisas que buscou produzir neles foi a capacidade de manter o foco, de concentrar-se em objetivos definidos sem se desviar por distrações ou mesmo por necessidades.
Acho muito interessante, até surpreendente, a ordem que o Mestre dá à sua equipe de setenta discípulos ao enviá-los para preceder sua visita a várias cidades: “a ninguém saudeis pelo caminho” (Lc 10:4). Anteriormente, em outra missão de treinamento, Ele já havia enviado seus doze a pregar aos judeus, mandando expressamente que não tomassem rumo aos gentios e nem entrassem na cidade de samaritanos (conf. Mt 10:5-6).

Ordens como estas soam estranho nos lábios de um Senhor tão amoroso e nobre quanto o nosso. Não cumprimentar ninguém, evitar determinados tipos de pessoas e lugares não parece fazer parte da ética que Ele veio trazer. Porque então Jesus foi tão radical nestes comandos? Qual era seu propósito em tais orientações?

Como eu disse antes, o Senhor estava treinando seus discípulos para a liderança. Muitas das coisas que Ele fez e falou visava a desenvolver naqueles homens habilidades para serem líderes bem-sucedidos da igreja que estava por nascer. Aqui, nesse caso específico, Jesus estava trabalhando neles um dos princípios mais fundamentais da liderança: a concentração. Ninguém alcança grandes conquistas sem a habilidade de focalizar suas metas e manter esse foco até o fim. “O nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza persevera” (Is 32:8).

Em cada área da nossa vida temos que saber claramente o que buscamos. Infelizmente, a maioria das pessoas vive ao “Deus dará”, sendo jogada de um lado para o outro pela maré das circunstâncias. Não sabem para onde vão e nem o que buscam da vida. Não têm projetos.

É verdade que alguns chegam a sonhar, a desejar determinadas conquistas, mas há uma grande distância entre um sonho e um projeto. O primeiro pode ficar apenas no nível da imaginação, enquanto o segundo requer planejamento e atitude.

No exercício da liderança, seja no lar, na vida profissional ou na igreja, é fundamental que estejamos trabalhando por projetos. Eles incluem metas, objetivos, alvos definidos, a curto e a longo prazo. Temos que saber o que buscamos, como e em quanto tempo pretendemos alcançar cada conquista. Temos que estabelecer etapas e trabalhá-las com seriedade.

Se alguém sonha em comprar a casa própria, tem um bom sonho, mas talvez tudo o que esta pessoa consiga com ele seja um túmulo (mesmo assim, por pouco tempo, até que novos “inquilinos” reivindiquem o espaço). Agora, se esta pessoa transformar o sonho em projeto e concentrar-se o tempo que for preciso em trabalhar por ele, muito provavelmente terá sua casa, independentemente do poder aquisitivo que tenha no começo.

Para alguns, ter uma casa pode ser um projeto a curto prazo que envolva juntar um pouco mais de dinheiro ou assumir uma prestação plausível. Para outros, pode exigir muito tempo e vencer várias etapas: estudar, formar-se profissionalmente, conseguir um emprego, crescer nele, poupar e, finalmente, conquistar o objetivo final, a tão sonhada (e suada) casa própria!

Jesus ensinou seus discípulos a concentrarem-se no alvo. Se é para evangelizar judeu, não perca tempo com gentio. Se é para ir a cidade, não bata-papo pelo caminho. Se uma meta foi traçada, não deixe que nada desvie o seu foco dela. Quando se tem um alvo, o mais importante é atingi-lo.

O próprio Jesus foi um exemplo patente dessa postura. Seu projeto de vida passava pela cruz. O Pai quis assim. Antes Ele deveria oferecer a salvação aos judeus, formar uma equipe que depois desse continuidade à sua obra e vencer o pecado através de uma vida irrepreensível. Depois viria a cruz e, com ela, a oportunidade de salvação a todos os povos e a glória devolvida à destra de Deus... Ele concentrou-se em cumprir esse trajeto, sendo radical para não aceitar outras “visões” ou propostas da vida. Dos galileus que quiseram proclamá-lo rei sem a ignomínia da cruz, Ele fugiu (conf. Jo 6:15). Ao amigo Pedro que tentou enchê-lo de autopiedade e demovê-lo do sacrifício, repreendeu (conf. Mt 6:23). Aos gregos que queriam vê-lo antes da hora, não deu resposta (conf. Jo 12:20-28). A Satanás que lhe propôs mundos e fundos sem custo, resistiu até ao sangue (conf. Mt 4:1-11)... “Tudo porque manifestava, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém” (Lc 9:51). Se aquele era o projeto traçado no céu, nada o desviaria dele!


Convém avaliarmos nossa vida. Há projetos que nos norteiam? Na família, na vida secular, no ministério, estamos trabalhando por metas ou somos um barco à deriva? Já aprendemos a manter o foco ou nos distraímos a todo o tempo, correndo o risco de ver o prazo se esgotar antes que cumpramos nosso papel. É bom parar e pensar nisso... Ter visão é ter foco!

10 de janeiro de 2015

CIÚME



2º Parte

O ciúme é um tipo de sentimento que acomete inúmeros seres humanos. Ocorre quando há distorção do sentimento de zelo e cuidado para com uma determinada pessoa. Ao contrário do que se pensa, o ciúme é um sentimento pessoal, voltado para quem o sente.

O ciúme se manifesta:
- perante uma ameaça à solidez de um relacionamento;
- diante da possibilidade de perda da pessoa por quem se tem ciúme;
- ou quando se detecta a perda da exclusividade em relação ao sujeito passivo do ciúme.

Essas afirmações se diferem do que se pensava antigamente, já que se acreditava que o ciúme era um sentimento positivo, visto como uma prova de amor.

Existem pessoas que desde a infância desenvolvem esse sentimento. Ocorre aproximadamente aos quatro anos de idade, quando a criança se identifica com um dos pais (o do mesmo sexo que ela) e sente ciúme deste até mesmo quando seu (sua) parceiro (a) se aproxima.

Em geral, o ciúme se manifesta por instabilidade na relação, dúvidas, raiva, medo, vergonha por parte de um membro do casal ou dos dois. Pode ser considerado normal, quando ocorre em determinadas situações, como ser excluído e/ou rejeitado pelo parceiro (a) ou ainda quando um terceiro (a) passa a buscar a atenção desse; pode ser tensional, quando provoca sentimentos desagradáveis como angústia e fragilidade ligados à relação; e ainda patológico, quando a insegurança proporcionada pelo ciúme promove reações e certezas infundadas.

Em relação ao ciúme patológico, é considerado distúrbio paranoico pela psiquiatria, pois seu portador não diferencia fantasia e imaginação da realidade. É caracterizado por extrema desconfiança, constante busca de provas e confissões. A pessoa com este tipo de paranoia sente-se ansiosa, depressiva, humilhada, com desejo de vingança e com aumento da libido. Tal distúrbio, se detectado, deve ser rapidamente tratado, pois pode induzir seu portador a tomar atitudes extremamente perigosas.
Fonte: http://www.brasilescola.com/psicologia/ciumes.htm

CIÚME



O ciúme é uma emoção provocada por uma sensação de ameaça. Ele torna-se patológico quando a desconfiança não tem fundamento, podendo levar a pessoa a cometer atos agressivos.
Provocado por uma sensação de ameaça, o ciúme, de modo geral, é uma das emoções mais experimentadas pelos seres humanos. Este é visto, para alguns autores, como reação de adaptação frente a ameaças de abandono e infidelidade. Outras definições podem ser dadas como existência de um “outro” real ou imaginário.

O ciúme envolve três ou mais pessoas, o sujeito ativo do ciúme, aquele que o sente; o sujeito passivo, aquele por quem se sente o ciúme; e as pessoas que são a causa do ciúme. É visto pela população como o tempero da relação amorosa, um sentimento voltado para o(a) companheiro(a), uma vez que aquele que ama, cuida, zela, acolhe e respeita. Porém, se examinado minuciosamente, o ciúme é percebido como um sentimento voltado para a própria pessoa que teme a perda do outro.

O ciúme se torna patológico quando a desconfiança não tem fundamento, e pode levar a pessoa a praticar atos de agressividade, homicídios. Este tipo de ciúme se caracteriza por controle total do companheiro, preocupação exagerada, ideias obsessivas. Este é um temor que compromete a relação, pois aí existe um medo irracional de perder a pessoa amada.

Fonte: http://www.brasilescola.com/psicologia/ciume.htm

AUTOCONHECIMENTO



O autoconhecimento, segundo a psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo. A prática de se conhecer melhor faz com que uma pessoa tenha controle sobre suas emoções, independente de serem positivas ou não. Tal controle emocional provocado pelo autoconhecimento pode evitar sentimentos de baixa autoestima, inquietude, frustração, ansiedade, instabilidade emocional e outros, atuando como importante exercício de bem-estar e ocasionando resoluções produtivas e conscientes acerca de seus variados problemas.

Toda pessoa possui o refúgio dos seus recursos pessoais, mas esse pode ser acionado de forma a não se desgastar se houver o controle das emoções ou ainda ser utilizado de forma a obter futura recomposição. Ela também consegue permanecer equilibrada em casos de fatores externos como críticas, perda de emprego, término de relacionamento e outros que vulneram o emocional. O conhecimento de si próprio não dá prioridade a opiniões ou respostas e sim estimula seus fatores positivos a detectar os negativos a fim de modificá-los favoravelmente.

Pode-se buscar o autoconhecimento a partir da detecção dos defeitos e qualidades, sendo esses externos (corporais) e internos (emocionais). O equilíbrio entre os fatores internos e externos deve ser buscado para que não haja espaço para manipulação e fragilidade. Também pode haver reflexão de vida, analisando o comportamento obtido até então e as atitudes tomadas para que se consiga detectar maus atos e comportamentos, a fim de que não mais ocorram.


Fonte: http://www.brasilescola.com/psicologia/autoconhecimento.htm