Psicologa Organizacional

27 de setembro de 2015

Consolação e paciência produzem esperança



Consolação e paciência produzem esperança


Ø Os textos de 38 capítulos do livro de Gênesis ( Gn 12 – 50) nos relatam a saga de uma família, a do patriarca Abraão, incluindo Isaque seu filho, o neto Jacó, até seu bisneto José.
Ø A Bíblia aqui nos ensina algo extraordinário sobre fé, paciência e perseverança na espera por bênçãos e promessas do Senhor.
Ø Para que a análise de algo que aconteceu há alguns milhares de anos seja feita, necessário se faz que entendamos sua aplicação em nossas vidas, nos dias atuais.
Ø As últimas décadas do século XX e estes quinze anos do presente século têm produzido nos homens e mulheres um misto de impaciência e imediatismo.
Ø As pessoas são e estão apressadas, impacientes e imediatistas.
Ø Ninguém mais quer esperar por ninguém ou por nada.
Ø O filho chora agora por que quer as coisas agora. Ai dos pais se não atenderam agora.
Ø As pessoas oram a Deus e não sabem, ou não estão dispostas, a esperar mais, simplesmente querem imediata resposta às suas orações.
Ø Mas a Bíblia nos ensina através de muitos exemplos na trajetória de vida de pessoas que desenvolveram muita paciência até o cumprimento das promessas.

I - Vamos lançar nosso olhar sobre três homens de uma mesma família, conforme descrito nos textos citados em Gênesis.

1-                       ABRÃAO COMO EXEMPLO DA FÉ E PACIÊNCIA QUE PRODUZ ESPERANÇA. Gn12.1-4

1)                      Ele começou a ouvir a voz de Deus com promessas de que seria pai de muitas nações aos 75 anos de idade. Gn. 12.4

2)                      Apesar da promessa 11 anos se passam e aí Sarai sua esposa perde a paciência, entregou sua escrava Hagar à Abraão e eis que nasceu Ismael, mas que não era o filho da promessa. Gn. 16.2, 16

3)                      Abraão continuou esperando. Mas foi somente quando tinha 100 anos que Abraão viu o filho Isaque nascer. Gn. 17.1,

4)                      O cumprimento da promessa havia demorado 25 anos!


5)                      Deus manda Abraão sacrificar o seu filho Gn. 22
·      Ao todo foram 25 + 10 ou 14 anos = 39 anos de esperança, para ao final, Deus pedir uma prova da fé de Abraão e que ele abrisse mão de seu filho, e o sacrificasse.
·      Imagine você... Um projeto de 39 anos e Deus pede que você abra mão dele.
·      O que você faria?

2-                       ISAQUE COMO EXEMPLO DA FÉ E PACIÊNCIA QUE PRODUZ ESPERANÇA -
1)                      Ele esperou a concepção de um filho por 20 anos.
·      Com 40 anos se casa 25.20;
·      Com 60 anos se torna pai 25.26
·      Veja o 25.21
2)                      Nasceram dois: Esaú e Jacó.
3)                      Após o desentendimento, o engano, a mentira, a trama traiçoeira, a separação dos filhos, esperou o filho Jacó voltar para casa por 20 anos.
4)                      Esperou a reconciliação dos filhos por 20 anos.
5)                      Há quanto tempo você espera pela bênção?

3-                       – JACÓ COMO EXEMPLO DA FÉ E PACIÊNCIA QUE PRODUZ ESPERANÇA

1)                      Ele aos 71 anos ainda estava solteiro. Gn. 28.1-5.
2)                      Namorou por pouco tempo e ficou noivo por 7 anos. Como se casou com a irmã da mulher amada (foi enganado), para se casar com a outra filha de seu tio Labão, Raquel, teve que trabalhar mais 7 anos.
·      Gn. 29.18
·      29.27
3)                      Esperou 20 anos longe do seu pai e irmão, Gn. 31.38
·      Para que a ira de seu irmão Esaú – a quem havia enganado – se abrandasse. Gn. 33
·      Ficou, finalmente, mais 20 anos sem José, seu filho mais querido, que havia sido vendido aos midianitas, mas que julgava morto. Gn. 37.2; 41.46,53
4)                      Você suportaria tudo isso, sem desistir e entregar-se ao desespero?

Conc.
O apóstolo Paulo em Rm 15.4 afirma...
·      Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”.
·      “Porque tudo o que está nas Escrituras foi escrito para nos ensinar, a fim de que tenhamos esperança por meio da paciência e da coragem que as Escrituras nos dão”. NTLH.
1. Glória a Deus pelo que está escrito na Bíblia, que os exemplos de fé e perseverança nos ajudem a suportar as dores e os desconfortos provocados pelo tempo - dias, semanas, meses e anos – da chegada da bênção em nossas vidas.
2. Aprendamos, pois, com estes homens falhos, incompletos, pecadores, como nós, mas tementes a Deus, a confiar mais, a pedir a Ele um coração paciente e perseverante, sabendo que o Pai tem o Seu tempo para realizar em nós Sua vontade.

3. O salmo 37 precisa ser uma verdade em nossas vidas: a despeito da maldade, das perseguições, da prosperidade do ímpio e dos maus caminhos dos malfeitores, apesar do aparente silêncio do Senhor e da bênção que está demorando a chegar ...
·      “Confia no Senhor....(v.3);
·      “Descansa no Senhor”... (v.4);
·      “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle’... (v.5)....”Descansa no Senhor, espera nEle”.....
·      (v.7); “Espera no Senhor e guarda o seu caminho”... (v.34).


26 de setembro de 2015

Alegria


Comunicar é preciso



Comunicar é preciso

Percebe-se que a grandeza está em toda parte. Podemos perceber que cada pessoa contribui de forma diferente e única. Na vida precisamos ter acesso a diferentes tipos de informações. Certamente alguém precisará do seu conhecimento, assim como você necessita dos conhecimentos daqueles que estão a sua volta.  Dessa maneira você se torna o resultado de todas as suas experiências.
Com certeza as personalidades se diferem, pois cada pessoa ao seu redor possui uma variedade de conhecimentos diferentes dos que você adquiriu no decorrer da vida.
Pois estamos rodeados de pessoas com diversas características e conhecimentos, com habilidades técnicas, intelectuais e profissionais que são totalmente diferentes das que adquirimos na caminhada da vida. Temos o amigo servidor público, o vizinho professor, o colega de infância jardineiro ou doutor, enfim pessoas de vários níveis, ou classes sociais, com diversos graus de instrução. Alguns não possuem posses, outros são ricos. Algumas dessas pessoas são cheias de energia e motivação para trabalhar e vencer na vida, enquanto outras geralmente são passivas, vivem mais a contemplar, sem possuir características ou faça para perseverar. Alguns destes possuem personalidades fortes, explosivas, outros são perfeccionistas, alguns sonhadores, pacíficos, introspectivos e outros  tagarelas, enfim uma variedade imensurável de personalidades.
No entanto em meio a essa diversidade de diferenças, é necessário desenvolvermos a capacidade de ouvir o outro, pois cada um percebe o mundo ao seu redor com um olhar específico, como também ouvem e compreendem. Diante de uma infinita gama de informações ao nosso redor, é possível fazer o fracasso se tornar sucesso ou também o inverso. Grandes ideias são frutos de estímulos diversos que estão ao nosso redor.
Então um dos passos primordiais para alcançamos o êxito está em saber usar as ferramentas da comunicação. Pois quem ouve e se comunica de forma clara e objetiva, consegue escutar, compreender e se expressar de forma compreensível.

De próprio punho


Acimarley Freitas

25 de setembro de 2015

DEPRESSÃO INFANTIL



DEPRESSÃO INFANTIL


O que é a depressão infantil?
Depressão é o transtorno de humor que se caracteriza basicamente por tristeza e anedonia (perda da capacidade de sentir prazer), associados a transtornos de sono, de alimentação e somáticos (como cefaléia, tonturas, taquicardia, sudorese, diminuição de libido etc.). Na criança, mais freqüente que a tristeza é a irritabilidade, mau humor e a anedonia, que é a falta de prazer com as atividades habituais, como brincar, sair com os amigos, jogar videogame, ver TV etc.
Segundo Von During, "As crianças deprimidas não podem rir. E uma criança que não ri nem pode brincar nem brigar; é uma criança enferma (...). As crianças deprimidas são tímidas, fogem da companhia dos demais, não jogam, não têm confiança em si mesmas, o que pode levá-las, inclusive ao suicídio (p. 31, POLAINO, 1988)".
É importante ressaltar que os conceitos psicopatológicos infantis ainda não são muito precisos e uníssonos, como são os dos adultos. Podemos citar como exemplo a ampla terminologia usada: transtorno, desordem, alteração, comportamento anormal, conduta desajustada, hiperatividade etc. Tais termos são encontrados, usualmente na literatura científica, como sinônimos.

Quais são os principais sinais e sintomas da depressão infantil ?
A Depressão infantil é caracterizada pela presença dos seguintes sinais e sintomas, os quais podem se apresentar de forma mascarada: baixo desempenho escolar, pouca capacidade para se divertir (anedonia), sonolência ou insônia, mudança no padrão alimentar, fadiga excessiva, queixas físicas, irritabilidade, sentimentos de culpa, sentimentos de desvalia, sentimentos depressivos, ideação e atos suicida, choro, afeto deprimido, facies depressivas, hiperatividade ou hipoatividade.

Quais são os principais fatores que podem desencadear a depressão infantil ?
Muitos fatores podem levar uma criança à depressão. Segundo os estudos de Nissen em 1970 e de outros autores posteriores a ele, as causas estão relacionadas a problemas familiares.
Os problemas conjugais, os problemas financeiros, a cobrança exagerada por parte dos pais e da sociedade em relação ao desenvolvimento da criança, a falta de contato da criança com os pais em função de suas responsabilidades profissionais e necessidades de sobrevivência, o que impede que haja um vínculo afetivo positivo, são fatores que contribuem para o aumento da possibilidade das crianças desenvolverem transtornos, sendo a depressão infantil um deles, e que afeta diretamente o desenvolvimento psico-social e acadêmico da criança.
Além disso, podemos destacar outros fatores que causam a DI: a morte de um dos pais, dos avós ou de um ente querido muito próximo, maus tratos dentro da família; filho indesejado, filho somente de um dos pais; alcoolismo, entre outros.

Qual é a prevalência da depressão infantil?
No campo da Psicopatologia Infantil existem muitas dificuldades para a realização de estudos epidemiológicos. Lembramos que a criança é um ser em evolução, com pautas de comportamento diversificado, o que dificulta muito estes estudos. Estima-se que 3% da população infantil seja afetada pela DI, afetando igualmente ambos os sexos.

Qual o critério mais utilizado para diagnosticar a depressão infantil ?
Entre os critérios existentes para diagnosticar a DI, o de Poznanski tem sido o mais utilizado e considerado o mais eficiente.
Esse critério leva em consideração:
- humor, conduta ou aparência depressiva;
- pelo menos quatro (probabilidade) ou cinco (segurança) dos seguintes sintomas: retraimento social, problemas de sono, queixas ou fadiga, hipoatividade, anedonia, baixa autoestima, dupla patologia, ou seja, a depressão acompanhada de uma outra patologia como por exemplo enurese, fobia escolar, trocolitomania e outras, dificuldade no trabalho escolar, ideação mórbida ou ideação suicida;
- duração dos sinais e sintomas acima por no mínimo um mês.

Como os pais e professores podem ajudar no diagnóstico da depressão infantil?
Não desejamos que os pais levem a criança para um profissional quando a DI já está instalada. Se os pais observarem mais seus filhos em casa poderão notar que algo de errado está ocorrendo com eles e nesse momento buscar ajuda para solucionar os conflitos e a intervenção sem sombra de dúvida, será muito mais efetiva.
Por outro lado, conhecer as atividades da criança na escola antes da sintomatologia é muito importante. A escola vai exercer um papel importante no diagnóstico, pois quando se instala uma DI em uma criança, os primeiros sinais são o baixo rendimento escolar e a dificuldade em realizar as tarefas, devidos à falta de concentração.

Como é a avaliação psicológica da criança?
Deve-se lembrar que a criança nunca vai dizer que está deprimida. Vamos observar essa depressão de forma mais clara através dos desenhos e de testes. Portanto a avaliação psicológica é fundamental como forma complementar e de auxílio de diagnóstico.
É muito importante, tanto para o médico quanto para o psicólogo, procurar sempre conhecer a dinâmica familiar em toda a sua extensão no sentido de buscar a causa da DI na criança e a partir dela fazer uma intervenção direta. Em algumas situações os pais devem, também, ser orientados a uma terapia familiar.

Como é o tratamento para a depressão infantil?
A intervenção para a DI é ampla. O médico, o psicólogo, pais e professores estarão envolvidos nesse processo. Deve-se buscar tantas informações quantas forem necessárias, pois somadas, em muito ajudarão aos profissionais a realizar uma intervenção mais eficiente. Conhecer as amizades da criança, seus gostos e desejos, suas críticas, fantasias é obrigação de todos os que intervêm nessa criança.
Pedir a colaboração dos pais e professor é fundamental.
O tratamento da depressão deve estar baseado em dois pilares: o medicamentoso e a psicoterapia. Esta última é imprescindível, pois em muitas depressões leves a psicoterapia é suficiente para curá-la. Em depressões mais graves, devemos associar o tratamento medicamentoso com o psicoterápico.

Qual é a duração do tratamento?
Uma pergunta muito freqüente dos pais é quando vai terminar o tratamento. A intervenção psicofarmacológica, caso o médico a utilize, deverá permanecer entre quatro a seis meses em casos de quadros depressivos moderados e graves. O tempo de uso do medicamento é o mesmo que o recomendado para os adultos.
O médico deve explicar aos familiares que com o uso do antidepressivo, a criança apresentará remissão de alguns dos sintomas no espaço de 10 a 20 dias e, dependendo do caso, com mais outros 15-20 dias, os sintomas já não estarão mais presentes. O importante, mesmo com a ausência dos sintomas, é manter o tratamento medicamentoso, evitando assim que haja uma recaída, o que pode levar no futuro a um quadro depressivo crônico.

Como os pais e professores podem ajudar no tratamento?
Estimular a criança a brincar, participar de atividades recreativas e esportivas para que possa melhorar seu humor e manter contato com outras crianças. Na DI essas atividades não são contra-indicadas, pelo contrário devemos estimulá-las constantemente.

Como prevenir a depressão infantil?
A prevenção passa pelo conhecimento da dinâmica familiar. A prevenção ideal para a DI seria orientar os pais para estabelecerem laços mais afetivos com os filhos, estimulando-os em seu desenvolvimento psicossocial. Sabemos que é uma meta muito difícil de ser atingida, pois os problemas sociais e econômicos que essa família vivencia são alheios a sua vontade, que somados aos problemas conjugais e a separação dos casais, esses problemas aumentam consideravelmente, acarretando grandes conflitos nos filhos, principalmente, os menores. São, como podemos ver, problemas que geram causas, que na maioria das vezes, os próprios pais são impotentes para solucioná-los.

Qual a importância do leigo conhecer melhor a depressão infantil?
É importante o conhecimento do leigo sobre a DI. A partir dessa informação os pais podem ajudar em muito seus filhos quando são conhecedores de algumas informações sobre saúde e doenças das crianças.
A DI muitas vezes passa despercebida em casa. A criança fica isolada, muito quieta e as vezes os pais interpretam como "bom comportamento". A situação agrava-se quando chega a informação da escola que a criança não vem bem em termos de rendimento escolar. A partir deste momento a DI já está instalada e devem os pais imediatamente procurar ajuda profissional para iniciar o processo de intervenção.
Temos notado, por outro lado, que a maioria dos pais não acatam o diagnóstico de depressão em seus filhos. Para isso, os profissionais da saúde em muito contribuem, principalmente pediatras e psicólogos mais desavisados quando dizem aos pais que depressão na criança não existe. É preciso mudar essa ideia. É necessário também alertar a academia para falar das depressões na infância e adolescência, para que não sejam os próprios profissionais a fazerem afirmativas errôneas aos pais.

FONTE:


Depressão Infantil


Depressão Infantil


A depressão infantil é uma alteração psicológica na criança caracterizada pela tristeza constante, irritabilidade, mau humor e falta de prazer em brincar, estar com os amigos ou fazer outras atividades. As crianças deprimidas, geralmente, não riem, são tímidas, preferem ficar sozinhas e não tem muita autoconfiança.
As causas da depressão infantil podem estar relacionadas com problemas familiares, como falta de atenção e carinho, separação dos pais, morte de algum parente ou de um animal de estimação, mudança de colégio ou implicância dos colegas da escola.
A depressão pode provocar vários problemas nas crianças, como distúrbios alimentares, hiperatividade, diminuição do rendimento escolar, agressividade ou até mesmo suicídio.
depressão infantil tem cura se for diagnosticada cedo e o tratamento for iniciado o mais rápido possível. O psiquiatra infantil e/ou psicólogo são os melhores especialistas para fazer o diagnóstico e acompanhar a criança.
Sintomas da depressão infantil
Os sintomas da depressão infantil podem ser:
  • Mudanças de humor;
  • Notas baixas na escola;
  • Falta de atenção;
  • Cansaço excessivo;
  • Irritabilidade;
  • Queixas físicas, como dores de barriga constantes;
  • Fazer xixi ou cocô na cama;
  • Choro frequente;
  • Tiques;
  • Anorexia;
  • Problemas de memória;
  • E em situações extremas, tentativas de suicídio.
O diagnóstico da depressão infantil é realizado com base nos sintomas apresentados pela criança e pela avaliação do seu comportamento por um psiquiatra infantil/psicólogo.
Tratamento da depressão infantil
O tratamento da depressão infantil pode ser feito através da psicoterapia ou psicanálise que alcança ótimos resultados nos casos mais leves de depressão ou com o uso de remédios antidepressivos, que são usados nos casos mais severos de depressão infantil. Os antidepressivos só devem ser usados em crianças com mais de 7 anos de idade junto ao acompanhamento psiquiatra infantil/psicológico da criança para aumentar a chance de cura da doença.
Para prevenir o aparecimento da depressão infantil os pais devem dar atenção e ser carinhosos com os filhos e fazer com que a criança pratique algum esporte ou atividade, como teatro ou dança, para que ela seja mais desinibida e tenha mais facilidade em fazer amigos.

Fonte: