Psicologa Organizacional

6 de setembro de 2014

“Quem nunca mudou com o tempo??



Aos poucos você vai deixando
de escutar certas pessoas,
vai selecionando as músicas que ouve,
muda a sua maneira de vestir-se,
não se importa com as opiniões
de quem não te acrescenta em nada,
adquire mais habilidade para tratar
assuntos de seu interesse,
escolhe os livros que lê
com mais sabedoria,
exige mais para você
para seu bem estar,
e conquista a desejada
auto-suficiência.
Isso chama-se evolução,
sim, evoluir é crescer,
evoluir é saber viver...”

Carl Rogers

Linguagem Corporal: a Importância Dessa Comunicação para o Psicólogo





Alguns autores, como Paul Ekman e Charles Darwin, acreditam que as expressões das emoções são universais, pois através de pesquisas com pessoas de várias localidades do mundo pode-se notar como as expressões são idênticas quando referidas a uma certa emoção. Outro fator que influencia para veracidade de que as expressões são universais, foi a análise de estátuas antigas que demonstravam as mesmas emoções que hoje qualquer pessoa também demonstra.
Quando uma pessoa diz algo, porém através de sua linguagem corporal demonstra o que realmente pensa, ela provavelmente tem suas razões para estar omitindo a verdade, assim como confirma Aguiar (2004); por exemplo, quando a esposa pergunta ao marido se o seu cabelo está bonito após a coloração, mesmo ele não gostando, diz que está bonito para não magoá-la. Se ela fosse uma especialista no assunto com certeza teria captado os sinais da linguagem corporal de seu cônjuge, que estariam entrando em contradição com suas palavras e isso geraria algum tipo de conflito.
É importante salientar que, conforme afirma Ekman (2011, p. 13) Se todas as pessoas conseguissem identificar e interpretar sem nenhum tipo de aprendizado a linguagem corporal, haveria muita desavença, pois todos querem sempre a verdade, porém esta também pode não ser a resposta que a pessoa quer ouvir. Por isso, um profissional no assunto, quando captar algum sinal que não lhe agrada, deve se colocar no lugar do outro e tentar entender o porquê da pessoa ter omitido a verdade.
A tristeza é uma das emoções de mais longa duração. Após um período de angústia, há, em geral, um período de tristeza resignada, em que a pessoa se sente totalmente desamparada. Em seguida, novamente, a angústia, retorna. Segundo o psicólogo Paul Ekman, quando as emoções são suaves ou moderadas, podem durar poucos segundos ou alguns minutos, até outra emoção ser sentida. No entanto, no caso de uma perda intensa, sempre pode haver uma tristeza de fundo ou um estado de ânimo difórico, até que, ao longo do tempo, esse estado começa a desvanecer, à medida que o processo de luto termina.
Se identifica uma tristeza, com a seguinte expressão facial: cantos da boca caído; bochechas levantadas, como se estivesse apertando os olhos, puxado em oposição aos cantos da boca; olhar abaixado; pálpebras superiores pendentes, os cantos internos das sobrancelhas puxados pra cima, no meio da testa
É muito difícil para um psicólogo especializado em linguagem corporal trabalhar com pacientes que mentem o tempo todo, mas, ao mesmo tempo este é um aspecto positivo de se ter essa especialização, pois o profissional saberá quando a linguagem do paciente esta coerente com o que ele diz.
Quando o psicólogo percebe que o paciente não está sendo verdadeiro, ele pode aos poucos ir tentando descobrir a verdade, de uma forma que o paciente consiga falar a verdade sobre suas emoções sem descobrir que na verdade ele foi de forma discreta levado à verdade.
Outro aspecto importante que Cohen (2003) cita é que, o psicólogo, tendo conhecimento do assunto, poderá identificar alguns tipos de personalidade que talvez ele não queira tratar, como por exemplo, os sociopatas, que não apresentam expressão nenhuma, já que estes não possuem sentimentos e são muito perigosos para a sociedade.

Fonte:
https://psicologado.com/psicologia-geral/introducao/linguagem-corporal-a-importancia-dessa-comunicacao-para-o-psicologo

2 de setembro de 2014

PSICOPATOLOGIA









A psicopatologia está ligada a diversas vertentes, porém é foco de muitos estudos nas disciplinas de psicologia, psiquiatria e corpo teórico psicanalítico. Na Psicologia faz parte da Psicologia Clínica, Psicologia Geral e Psicologia ligada às neurociências entre outros. Ou seja, pode ser caracterizada como o estudo descritivos dos fenômenos psíquicos “anormais’, estudando gestos, comportamentos, expressões e relatos autodescritivos do enfermo. A palavra Psicopatologia é composta por três palavras gregas:
  • ·       psique  - alma ou mente
  • ·       pathos – paixão, sofrimento ou doença
  • ·       logo - lógica ou o conhecimento.

Essa junção de palavras resulta então na significação de que o paciente, passivo, acometido pela paixão (paixão aqui significando dependência do outro) adoece de uma causa que ele mesmo desconhece e que faz com que reaja na maioria das vezes de forma imprevista. Psicopatologia então pode ser definida como a disciplina que estuda o sofrimento da mente, ou seja, o estudo a respeito de doenças psíquicas.
Essa área do conhecimento, busca estudar os estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental do individuo. É um estudo que pode ser compreendido por vários vieses, com diferentes objetivos, métodos e questões, pois além de ter como base disciplinas como a biologia e a neurociências, ainda constitui-se de outras áreas de conhecimento como psicologia, antropologia, sociologia, filosofia, linguística e história. Portanto, o sofrimento mental é compreendido pela combinação desses saberes.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicopatologia
http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/psicopatologia-introducao-e-definicao
http://ceccarelli.psc.br/paulorobertoceccarelli/?page_id=211

1 de setembro de 2014

Frase Filosófica






“É sempre altamente enriquecedor poder aceitar outra pessoa”. Carl Rogers

LIDERANÇA





Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos.
A liderança pode surgir de forma natural, quando uma pessoa se destaca no papel de líder, sem possuir forçosamente um cargo de liderança. É um tipo de liderança informal. Quando um líder é eleito por uma organização e passa a assumir um cargo de autoridade, exerce uma liderança formal.
Um líder é uma pessoa que dirige ou aglutina um grupo, podendo estar inserido no contexto de indústria, no exército, etc. Existem vários tipos de líder, que mudam em função das características do grupo (unidade de combate, equipe de trabalho, grupo de adolescentes).
O líder tem a função de unir os elementos do grupo, para que juntos possam alcançar os objetivos do grupo. A liderança está relacionada com a motivação, porque um líder eficaz sabe como motivar os elementos do seu grupo ou equipe.
Novas abordagens sobre o tema defendem que a liderança é um comportamento que pode ser exercitado e aperfeiçoado. As habilidades de um líder envolvem carisma, paciência, respeito, disciplina e, principalmente, a capacidade de influenciar os subordinados.
A palavra liderança tem origem no termo em inglês leader, que significa líder. Em inglês, liderança é traduzida para leadership. 

Tipos de liderança

Os três estilos clássicos de liderança, que definem a relação entre o líder e os seus seguidores, são: Autocrática, Democrática e Liberal (ou Laissez-faire).

  • Liderança Autocrática: É um tipo de liderança autoritária, na qual o líder impõe as suas ideias e decisões ao grupo. O líder não ouve a opinião do grupo.
  • Liderança Democrática: O líder estimula a participação do grupo e orienta as tarefas. É um tipo de liderança participativa, em que as decisões são tomadas após debate e em conjunto.
  • Liderança Liberal: Há liberdade e total confiança no grupo. As decisões são delegadas e a participação do líder é limitada.

http://www.significados.com.br/lideranca/