Psicologa Organizacional

7 de dezembro de 2014

A PRESENÇA DE DEUS


                                 
"Respondeu-lhe: A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso... Êxodo 33:14-23.

Ø Moisés tinha um grande desafio - conduzir o povo de Israel rumo à terra prometida.
Ø Era uma missão árdua, difícil e sobremodo pesada para qualquer mortal!
Ø Moisés então fala com Deus: "Se a tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar" (v. 15).
Ø Deus disse a Moisés que atenderia o seu pedido.
Ø E de fato a presença do Senhor foi com eles durante todos os anos da longa caminhada rumo à Canaã.

A presença de Deus era vista e sentida por todos, em todo o tempo:
1. Através da nuvem que os cobria do intenso calor do sol,
2. Da coluna de fogo que os guiava à noite,
3. Das rochas das quais brotou água para o povo beber,
4. E do poder miraculoso da vara conduzida por Moisés,
5. Além de muitas outras manifestações gloriosas.

v     Com base nos relatos bíblicos podemos dizer que Deus realmente foi com eles todos os dias da longa caminhada.

Hoje em dia não é diferente.
v     Se desejarmos e invocarmos a presença do Senhor, é certo que Ele nos acompanhará diariamente.
v     Do texto lido anteriormente podemos extrair preciosos princípios ou lições para as nossas vidas hoje.

Vejamos:

I - DEVEMOS DESEJAR E PEDIR A DEUS QUE NOS ACOMPANHE TODOS OS DIAS
1. A presença de Deus com Moisés e todo o povo de Israel não se dava apenas nos cultos realizados na tenda...
2. Era uma presença constante, permanente, que propiciava ao povo novas experiências a cada dia.
3. Todo dia era dia de milagres!

4. O mesmo pode e deve ocorrer em nossas vidas hoje!
5. Deus deseja nos acompanhar com a Sua presença e a Sua graça em todo o tempo, todos os dias, todas as horas.
6. É um erro pensar que a presença do Senhor só se manifesta nos cultos coletivos.
7. Não podemos dissociar a nossa vida espiritual da nossa vida secular.
8. Diariamente havia problemas na marcha do povo de Israel, mas Deus estava ali para os ajudar e livrar.
9. Também em nosso viver diário surgem problemas e situações imprevistas a toda hora, e nós necessitamos de Deus nos socorrer e nos livrar!

Porém, nós temos que proceder tal como Moisés...
1. Reconhecer a nossa incapacidade para enfrentar os desafios diários sozinhos;
2. Reconhecer que Deus é poderoso, e que a Sua Presença garante a vitória;
3. Desejar e invocar a Presença de Deus para o nosso viver diário.
Ø Não deixe para buscar Deus tardiamente, na hora da dor e do sofrimento! É melhor buscá-Lo antes que as águas se tornem turvas, e o mar fique agitado...!
Ø Inclua Deus em todos os seus assuntos, decisões e planejamentos. Peça sempre a Sua sábia direção e conselho antes de tomar qualquer decisão na vida, e você verá como as coisas correrão maravilhosamente bem para você!



II – Quando buscamos a presença de Deus, o Senhor nos oferece um lugar junto a Ele.

"Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a mim; e tu estarás sobre a penha."

Moisés pediu a Deus duas coisas: - que a presença do Senhor o acompanhasse durante a marcha rumo à Canaã, e que Deus lhe mostrasse a Sua glória.

Conforme nossos comentários acima, são pedidos diferentes!

a) A presença de Deus é indispensável e nos oferece descanso, no sentido em que Deus está conosco, abraçando a nossa causa, lutando a nossa peleja, nos garantindo vitória;

b) A glória de Deus une os céus à terra - traz Luz e Revelação ao nosso espírito acerca da Pessoa de Deus, e das coisas inerentes ao Reino de Deus. Manifesta amor, bondade, graça e misericórdia de Deus e libera unção e poder de Deus. É um bálsamo novo que nos reveste de unção e poder, nos fortalece espiritualmente e nos aproxima de Deus, o Qual nos convida para mais perto dele, e nos faz assentar sobre a Rocha.

O Senhor se agrada quando nós buscamos a Sua presença e a Sua glória.
·      "Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jeremias 29:13).
·      "...O Senhor está convosco, enquanto vós estais com ele; se o buscardes, ele se deixará achar; porém, se o deixardes, vos deixará." II Crônicas 15:2-b.
·      Nós podemos e devemos intensificar a nossa busca de Deus.
·      A salvação é o primeiro passo que devemos dar; porém, após a conversão muitas outras experiências gloriosas que muito nos edificarão e nos ajudarão em nosso viver diário.
·      Fuja do espírito de religiosidade, saia do marasmo, do comum, não permita que a sua vida espiritual se transforme em tediosa rotina! Deseje sempre mais, busque sempre experiências maiores e renovadas!
·      "Buscai e achareis..." (Lucas 11:9).

Conclusão
1. Não podemos dissociar a vida espiritual da vida secular.
2. Todo dia é dia de buscar a presença do Senhor e a Sua glória.
3. Invoque a presença e a direção do Senhor em todas as suas iniciativas e decisões.
4. A cada dia, separe um tempo para oração, para estar em comunhão com o Senhor, e a glória do Senhor resplandecerá sobre a sua vida. "Enchei-vos do Espírito..." (Efésios 5:18).
5. Não permita que a chama do Espírito se apague em seu coração. "Não entristeçais o Espírito, no qual fostes selados..." (Efésios 4:30).
6. Fuja da mesmice, do continuismo, da rotina, da frieza espiritual. Clame, chore, quebrante-se aos pés do Senhor. Faça como Jacó: "Não te deixarei ir, se me não abençoares..." (Gênesis 32:26).
7. Quem busca recebe, e vive a plenitude da bênção prometida pelo Senhor Jesus Cristo: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância..." (João 10:10); tem em Deus descanso, habita em lugar seguro junto ao Senhor, e vive em constante vitória.

8. Seja este o alvo número um da sua vida! Busque sempre a presença de Deus

6 de dezembro de 2014

AUTOESTIMA




A autoestima é o julgamento, a apreciação que cada um faz de si mesmo, sua capacidade de gostar de si. O caminho mais viável para uma auto-avaliação positiva é o autoconhecimento. Conhecer seu próprio eu é fundamental, pois implica ter ciência de seus aspectos positivos e negativos, e valorizar as virtudes encontradas. Este diálogo interior requer um voltar-se para si mesmo, a determinação de empreender essa jornada rumo à essência do ser, deixando um pouco de lado o domínio do ego.
Esse reconhecimento subjetivo torna o indivíduo mais apto a enfrentar os obstáculos e desafios do cotidiano, uma vez que agora ele conhece seu potencial de resistência e a intensidade de sua coragem e determinação. Assim ele pode evitar as armadilhas que caracterizam a baixa autoestima, tais como a insegurança, a inadaptação, o perfeccionismo, as dúvidas, as incertezas, a falta de confiança na sua capacidade, o medo de errar, a busca incessante de reconhecimento e de aprovação, entre outros. Fortalecido, o sujeito pode resistir aos fatores que provocam a queda na autoestima – crítica e autocrítica, culpa, abandono, rejeição, carência, frustração, vergonha, inveja, timidez, insegurança, medo, raiva, e tantos outros.

A autoestima se forma ao longo da infância, com base na educação e no tratamento recebido dos familiares, amigos e professores. É muito importante o ambiente, o contexto em que a criança cresce, pois este meio pode edificar ou destruir a confiança do infante em si mesmo. Se os pais tornam a criança um ser dependente, ela pode se tornar imbuída de falsas crenças,  que contribui para sua baixa autoestima. Segundo a psicologia, a autoestima pode abranger o que se chama de crenças auto significantes – “Eu sou inteligente/ignorante” -, emoções auto significantes agregadas – segurança/insegurança – e traços de comportamento. Ela pode ser um aspecto definitivo da personalidade ou um estado emocional passageiro.

Se a criança tem uma capacidade inata para o aprendizado e é produtiva na escola, isto contribui automaticamente para sua autoestima. Nessa relação com a esfera educativa, incluindo o relacionamento com os colegas, vê-se este sentimento se desenvolver bem cedo. Neste momento a criança é facilmente influenciada e moldada pelos que a cercam, especialmente os pais, que são para ela o modelo de comportamento, a imagem em que ela se reflete. Assim se formam os elos de amor ou de ódio, que refletirão imediatamente na formação da sua autoestima. Se os filhos crescem em um ambiente depreciativo, em meio a zombarias e ironias, sua autoimagem será naturalmente inferior. Esse mesmo padrão pode se repetir na escola e com o círculo de amigos, o que reforçará este sentimento.

Há caminhos que se pode seguir para elevar a autoestima. Um deles, talvez o mais importante, já foi citado, o autoconhecimento. Também é necessário cuidar da aparência física, para que se tenha prazer de olhar no espelho, saber valorizar nossas qualidades, deixando de superestimar os defeitos, aprender com as vivências experimentadas ao longo da vida, saber desenvolver por si mesmo amor e carinho, ouvir a intuição e acreditar que se tem o merecimento de ser feliz, de ser amado, bem como desfrutar os prazeres mais simples da vida, mas que efetivamente nos fazem felizes. Assim o indivíduo receberá mais tranquilamente os elogios e afetos, e aprenderá a retribuí-los, diminuirá sua ansiedade, terá mais coerência em seus sentimentos, que estarão sintonizados com seu discurso, não terá tanta necessidade de receber a aprovação alheia, será mais flexível, sua autoconfiança crescerá, bem como seu amor próprio, sua produtividade profissional será incrementada e, acima de tudo, ele sentirá uma intensa paz interior.

Fontes
http://web.archive.org/web/20080308064239/http://www1.uol.com.br:80/cyberdiet/colunas/021206_psy_autoestima.htm

http://www.saudevidaonline.com.br/artigo57.htm

4 de dezembro de 2014

FORTALEÇA SUA AUTOESTIMA



A forma como nos vemos pode influenciar o modo como vivemos nossas vidas. A autoestima é o valor que damos a nós mesmos e é baseada na forma como nos vemos. Ou seja, é uma opinião que formamos a nosso respeito, não um fato em si. Uma pessoa que tem uma boa autoestima, é capaz de reconhecer seu próprio valor e sentir-se amada e aceita pelos outros. Já pessoas com problemas na autoestima tendem a sentir que ninguém gosta delas, que não são aceitas pelos outros e que não conseguem fazer nada direito. Desta forma, a forma como nos vemos influencia diretamente nossa capacidade de lidar com a vida e de sermos felizes.

As opiniões que formamos sobre nós mesmos são moldadas pelas experiências que temos no decorrer dos anos. A forma como os outros nos vêem e nos tratam é um fator importante para o desenvolvimento de nossa autoestima. Desde a infância, buscamos sempre aprovação, mas às vezes é muito difícil sentir essa aprovação. Se os pais criticam muito os erros de uma criança, em vez de elogiar seus acertos, sua autoestima vai se enfraquecendo. Isso também acontece em outros tipos de relacionamentos. Em um namoro ou casamento, quando um dos parceiros assume essa postura crítica em relação ao outro, pode rebaixar sua autoestima. Um chefe muito crítico também pode comprometer a autoestima de um subordinado. Desta forma, a forma como você se vê pode ser muito prejudicada quando alguém, cuja aceitação é importante, sempre lhe coloca para baixo.

VOZ INTERIOR NEGATIVA

Para entender melhor como isso funciona, imagine uma escala de valores que vai de menos dez a mais dez, com um zero no meio. Para cada crítica que recebemos, perdemos um ponto e para cada elogio, ganhamos um ponto. Se recebermos mais elogios do que críticas, nossa escala de valores terá uma pontuação positiva, mas se recebemos somente críticas negativas, mesmo fazendo tudo certo, o máximo que atingiremos será o zero.

A partir desse tipo de experiência negativa, forma-se uma espécie de crítico interno, uma voz interior que parece encontrar defeito em tudo. Com o tempo, ouvir essa voz interior negativa pode ter o mesmo peso das críticas externas. Algumas pessoas ficam tão acostumadas ao seu crítico interno que nem percebem quando elas mesmas estão se colocando para baixo. "Algumas pessoas ficam tão acostumadas ao seu crítico interno que nem percebem quando elas mesmas estão se colocando para baixo."

Cada pessoa forma uma imagem ideal de quem quer ser, dentro de uma escala de valores própria. Por exemplo, algumas pessoas admiram habilidades físicas, enquanto outras admiram habilidades mentais e há os que valorizam mais as conquistas financeiras. As pessoas que enxergam em si mesmas as qualidades que admiram, têm a autoestima elevada. Já os que não enxergam em si essas qualidades, não conseguem ter uma boa autoestima. Mas isso não quer dizer que não tenham essas qualidades, muitas vezes as possuem, só que não conseguem enxergar.

PADRÕES INALCANÇÁVEIS

Pessoas que buscam modelos ideais fora de suas possibilidades, têm problemas sérios na autoestima. Atualmente, muitas pessoas buscam padrões difíceis de atingir. Há um constante bombardeio de mensagens, dizendo que devemos ser jovens, magros, bonitos, elegantes, bem-sucedidos profissionalmente, ter muito dinheiro para gastar, um bom apartamento em um bairro nobre, móveis planejados, uma TV enorme e um carro novo na garagem. Além disso, ainda é preciso ter um excelente casamento, um casal de filhos perfeitos e matriculá-los nas melhores escolas, para garantir que tenham um futuro brilhante. Esse é o modelo ideal que inspira muitas pessoas. Mas quando não conseguem tudo, sentem-se frustrados, em vez de valorizar as conquistas parciais.

Um item que tem gerado muita insatisfação às mulheres é a questão da aparência, devido à cobrança por um ideal de perfeição impossível de se atingir. Os meios de comunicação de massa nos bombardeiam com imagens de mulheres jovens, lindas e perfeitas, devidamente produzidas e retocadas, em programas de edição de imagens. Por se espelhar nessas imagens, a maior parte das mulheres sente-se feia e inadequada. Ao nos depararmos com uma imagem de perfeição, automaticamente pensamos: Quem sabe se eu comprar este produto, ficarei um pouco mais parecida com essa mulher perfeita? A ideia é criar padrões de beleza cada vez mais distantes da realidade, para que as pessoas consumam cada vez mais. É preciso estar atenta para não deixar que essas ideias de perfeição prejudiquem nossa autoestima

Problemas com a autoestima podem levar à depressão e também podem levar uma pessoa a ficar aquém do seu potencial, ou a tolerar relacionamentos ruins. Já as pessoas que se aceitam e se enxergam de forma positiva, tendem a ter relacionamentos melhores, sentem-se mais felizes, conseguem lidar melhor com seus erros e frustrações e são mais persistentes para atingir seus objetivos. Pessoas que acreditam em si são mais propensas a desenvolver uma boa carreira acadêmica e profissional. Ter uma boa autoestima permite viver a vida ao máximo.

É sempre possível melhorar a autoestima. Claro que mudar não é fácil, mas não adianta esperar que o mundo mude para nos sentirmos bem. Ao assumir a responsabilidade, podemos buscar objetivos realistas, ver cada sucesso como um passo na direção certa. Também é fundamental identificar os pontos fortes e reconhecer as limitações. Há coisas que podemos tentar mudar, mas há outras que simplesmente precisamos aprender a aceitar como são.

DICAS PARA MELHORAR A AUTOESTIMA

Diminua suas expectativas de perfeição. A nota da felicidade está mais próxima de 7 do que de 10.
Combata os pensamentos negativos e autodestrutivos. Em vez de olhar somente os erros e defeitos, mude o foco para os acertos e qualidades positivas.
Reconheça seus limites. Se perceber que está infeliz com algo que pode mudar, então comece hoje. Se é algo que você não pode mudar, apenas aceite. Será um problema a menos em sua vida.
Aprenda com os erros, em vez de se martirizar. Errar faz parte do processo de aprendizagem.
Busque sempre coisas novas para fazer. Isso proporcionará a descoberta de novos talentos e fará com que se orgulhe de suas novas habilidades.
Ajude outras pessoas, sempre que possível. Sentir-se útil faz muito bem à autoestima.
Procure exercitar-se em uma atividade física de que goste. Isso ajudará a fazer as pazes com seu corpo.
Orgulhe-se de suas opiniões e ideias e não tenha medo de expressá-las, mesmo que nem todos concordem.
Passe seu tempo livre com as pessoas que você ama e fazendo as coisas de que você gosta. Faça um esforço para tornar a vida prazerosa e satisfatória.
Busque amigos. A maioria das pessoas está interessada em fazer novas amizades, tome a iniciativa e não espere que os outros venham até você.
Sorria, seja gentil com os outros, peça apoio, fale sobre você, seja sincera. Isso ajudará a atrair as pessoas que realmente gostam de você.
Cuida da sua aparência, mas sem exageros.
Evite situações e pessoas que o fazem sentir-se mal sobre si mesma.


Fonte: http://www.personare.com.br/fortaleca-sua-autoestima-m2157

SINDROME DE BURNOUT


A síndrome de Burnout compreende os sintomas característicos do colapso resultante da exaustão diante das exigências profissionais.
 
O que é Burnout?

O termo Burnout tem origem na língua inglesa, a partir da união de dois termos: burn e out, que respectivamente significam queimar e fora. A união dos termos é melhor traduzida por algo como “ser consumido pelo fogo”. A partir da década de 80, autores como Maslach passaram a usar esse termo para designar a síndrome decorrente da exaustão emocional humana, ou seja, uma condição em que o sujeito tem suas energias consumidas. A Síndrome de Burnout, como é chamada, compreende uma condição de estresse ligado ao trabalho, cuja definição ainda não é um conceito fechado. Alguns autores afirmam que a denominação deve levar em conta a questão da exaustão emocional, outros autores afirmam que essa síndrome é uma resposta inadequada do sujeito diante de uma situação de estresse crônico. Entre as principais características da exaustão característica da síndrome de Burnout, está a falta de energia, a sensação de sobrecarga emocional constante e de esgotamento físico e mental.

Quais são os sintomas da Síndrome de Burnout?

A palavra síndrome designa um conjunto de sintomas, que podem ser físicos, psíquicos, de comportamento etc. No caso da Síndrome de Burnout, os sintomas mais expressivos são: crescimento da fadiga constante, distúrbios de sono, dores musculares, dores de cabeça e enxaquecas, problemas gastrointestinais, respiratórios, cardiovasculares. Em mulheres, as alterações no ciclo menstrual são um sintoma físico importante. Além desses, existem sintomas psicológicos como: dificuldade de concentração, lentificação ou alteração do pensamento, sentimentos negativos sobre o viver, trabalhar e ser, impaciência, irritabilidade, baixa autoestima, desconfiança, depressão, em alguns casos paranoia.

A partir desses sintomas, o sujeito acometido pela Síndrome de Burnout desenvolve comportamentos como: negligência ou perfeccionismo, agressividade nas relações cotidianas, perda da flexibilidade emocional e da capacidade de relaxar e planejar. Além disso, tende ao isolamento, à perda de interesse pelo trabalho e outras atividades.

Quais podem ser as causas?

As causas da Síndrome de Burnout compreendem um quadro multidimensional de fatores individuais e ambientais, que estão ligadas a uma percepção de desvalorização profissional. Isso significa dizer que não se pode reduzir a causa a fatores individuais como a personalidade ou algum tipo de propensão genética. O ambiente de trabalho e as condições de realização deste podem também determinar o adoecimento ou não do sujeito.

Alguns autores afirmam que a configuração do caso de Burnout passaria por estágios que vão desde uma necessidade de autoafirmação profissional, passando por estágios comuns de intensificação da dedicação ao trabalho que, levada a consequências extremas, resultaria no esgotamento característico da síndrome. Entre outros estágios, podemos destacar o caminho que passa pelo descaso crescente com relação às atividades de cuidado de si, como comer e dormir, acompanhado por um recalque de conflitos, caracterizado pelo não enfrentamento de situações que incomodam e pela negação dos problemas. Além desses, o sujeito passa por um processo de reinterpretação que faz com que coisas importantes sejam descartadas como inúteis.

Nesse quadro, já se pode falar em uma espécie de despersonalização, uma vez que o sujeito age de formas tão distintas que se torna outra pessoa, marcada por sinais de depressão, desesperança e exaustão, ou seja, uma espécie de colapso físico e mental que pode ser considerado quadro de emergência médica ou psicológica.

Quais são os tratamentos possíveis?

Como a grande maioria dos casos de adoecimento psicológico com consequências de somatização, o tratamento da Síndrome de Burnout deve compreender uma estratégia multidisciplinar: farmacológico, psicoterapêutico e médico. É sempre importante ressaltar a relevância de um diagnóstico realizado de maneira competente, para que não se cometam erros, como a confusão entre Burnout e Depressão, bastante comum nos estágios iniciais, pela similaridade de sintomas.

Com relação ao uso de medicamentos, o tratamento normalmente associa-se a antidepressivos e ansiolíticos. Este tratamento deve estar vinculado ao acompanhamento psicológico, que potencializa os efeitos do uso de medicamentos através da ressignificação e da retomada dos sentidos da história de vida do sujeito. Além desses, o acompanhamento médico e a alteração de hábitos são dimensões importantes. O encaminhamento para novas práticas cotidianas como exercícios físicos e de relaxamento é de extrema importância.

FONTE: http://www.brasilescola.com/psicologia/sindrome-burnout.htm

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL



A escolha da profissão é uma decisão muito difícil na vida dos jovens, pois seu futuro ficará sujeito ao que ele escolher. Sendo assim, este deve estar seguro do que pretende fazer, quais as suas expectativas de trabalho.

O Brasil possui uma enorme variedade de cursos, aproximadamente duzentos, divididos em três áreas: humanas, biológicas e exatas.

Desde o ensino fundamental o aluno pode identificar quais as disciplinas que mais o agrada, que tem maior afinidade, facilidade de compreensão. Seguindo sua intuição é que irá escolher que carreira profissional pretende seguir.

É comum vermos jovens em dúvida quanto à escolha da carreira, chegando a manifestar interesse por cursos de áreas distintas, não conseguindo tomar uma decisão sozinhos.

Em casos de dúvidas, que possam comprometer o futuro do estudante, é bom procurar um profissional especializado no assunto, a fim de participar de testes e entrevistas que o auxilie nessa difícil escolha.


Dúvida na escolha da profissão – problemas futuros

Existem programas individuais ou em grupo, dependendo do gosto de cada um, onde são aplicadas dinâmicas que levam o estudante a se identificar por uma determinada área.


Durante as sessões, o profissional dará orientações acerca das profissões, o que se faz em cada uma delas, discutirá sobre as vantagens e desvantagens das mesmas, como é o mercado de trabalho, fazendo uma relação com as aptidões do educando. O profissional poderá passar atividades para que seu cliente faça em casa, como entrevistas com alguns profissionais, pesquisas na internet, etc.

Aos poucos, o aluno irá delimitando suas preferências, podendo tomar a decisão de escolher sua profissão de forma segura.

FONTE: http://www.brasilescola.com/educacao/orientacao-profissional.htm