Psicologa Organizacional

14 de novembro de 2022




 Cansaço X Estresse


 


Encontramos no dia a dia da vida pessoas que dizem: “estou cansado”, e de fato muitos possuem uma jornada exaustiva, por outro lado é possível ouvir outros narrar que: “estou estressado”. É preciso uma compreensão entre cansaço e estresse em relação a qualquer atividade do nosso dia a dia. Sabe-se que o cansaço resulta de um esforço intenso. Por exemplo passar três horas estudando; cozinhar durante duas ou três horas; uma jornada de oito horas de trabalho como vendedor de roupas e sapatos. Isso é diferente de estresse. A origem do cansaço é no esforço intenso. O estresse, geralmente, resulta de um esforço sem sentido, isto é, quando não se entende por que se está fazendo determinada coisa.


Levantar-se cansado, em uma segunda feira, porque ainda não deu tempo de recuperar todas as forças é muito diferente de levantar estressado. Quando estamos cansados, queremos ficar um pouquinho mais na cama, dormir mais um bocado. No estresse, a pessoa não quer dormir mais um pouco, ela não quer é levantar, não quer é sair da cama.


Quando estamos cansados, um pouquinho mais de sono, bater o dedo no despertador e deixá-lo mais um pouco na função soneca, até resolve física e psicologicamente. Agora estresse é quando acordamos e dizemos para quem está com a gente: “Liga lá, diz que eu morri, diz que teve uma explosão na estrada, e que eu não vou conseguir chegar”.


Como resolvemos a questão do cansaço? Fácil, descansado.  Já o estresse demanda uma reflexão sobre o que nos está deixando infelizes naquilo que fazemos. Só se mexe com estresse mudando de rota, de objetivo.


 


 


 


 


 


 


Referência bibliográfica:


CORTELLA, Mario Sérgio. Pensar bem nos faz bem! : 4. Ed. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2015.

5 de dezembro de 2020

 



Acimarley C. S. Freitas

Psicólogo

CRP 04/54732

 

Realizo trabalho psicoterápico focado no desenvolvimento humano, buscando ver o cliente/paciente como um todo, promovendo uma maior consciência sobre os problemas enfrentados e sobre as infinitas possibilidades de reaprender consigo mesmo, construindo atitudes e encontrando sentimentos que possam levá-lo a uma transformação pessoal, tomando posse de si mesmo.

 

Utilizo uma escuta ativa e empática, desenvolvendo estratégias adaptativas com foco na mudança de padrões, promovendo autonomia, respeito por sua individualidade, capacidade de reação e responsabilidades. Instigando o cliente/paciente a encontrar seus próprios impulsos ao crescimento, a um desejo de tornar-se melhor que engloba todas as áreas de sua vida, envolvendo também sua saúde física e a busca pelo bem-estar, compreendendo a sua integralidade. Assim, o objetivo é a transformação pessoal em todas as esferas da vida, focando na percepção dos desejos de auto realização das pessoas.

 

Possuo foco na busca pelo autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, e também para aqueles que vivem algum transtorno de ansiedade, depressivo, traumas, luto, questões relacionadas a relacionamentos abusivos e questões familiares e todos aqueles que buscam pelo empoderamento pessoal, através de suas próprias escolhas, valorizando seu lugar dentro do sistema familiar e no ambiente no qual está inserido.

 

Sou psicólogo clínico, atuo com psicoterapia, avaliação psicológica, perito do trânsito. Tendo experiência com clientes/pacientes: jovens, adultos e idosos, incluindo pacientes com doenças crônicas, em cuidados paliativos, transplantados, e orientação profissional.

19 de julho de 2020



RESOLUÇÃO Nº 4, DE 26 DE MARÇO DE 2020



Dispõe sobre regulamentação de serviços psicológicos prestados por meio de Tecnologia da Informação e da Comunicação durante a pandemia do COVID-19.

A PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso das atribuições legais que lhe são outorgadas pela Lei 5.766, de 20 de dezembro de 1971;

CONSIDERANDO a declaração de pandemia de COVID-19, doença causada pelo novo Coronavírus - Sars-Cov-2, realizada pela Organização Mundial de Saúde - OMS em 11 de março de 2020;
CONSIDERANDO os meios de Tecnologia da Informação e da Comunicação como recurso para trabalho remoto;
CONSIDERANDO a Resolução CFP nº 10/2005, de 21 de julho de 2005, que estabelece o Código de Ética Profissional do Psicólogo;
CONSIDERANDO a Resolução CFP nº 11/2018, de 11 de maio de 2018, que regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação e revoga a Resolução CFP Nº 11/2012, de 2012, RESOLVE:

Art. 1º Esta Resolução regulamenta os serviços psicológicos prestados por meios de tecnologia da informação e da comunicação durante o período de pandemia do COVID-19.

Art. 2º É dever fundamental do psicólogo conhecer e cumprir o Código de Ética Profissional estabelecido pela Resolução CFP nº 10, de 21 de julho de 2005, na prestação de serviços psicológicos por meio de tecnologias da comunicação e informação.

Art. 3º A prestação de serviços psicológicos referentes a esta Resolução está condicionada à realização de cadastro prévio na plataforma e-Psi junto ao respectivo Conselho Regional de Psicologia - CRP.

§ 1º O psicólogo deverá manter o próprio cadastro atualizado.

§ 2º O psicólogo poderá prestar serviços psicológicos por meios de Tecnologia da Informação e da Comunicação até emissão de parecer do respectivo CRP.

I - Da decisão de indeferimento do cadastro pelo CRP cabe recurso ao CFP, no prazo de 30 dias;

II - O recurso para o CFP terá efeito suspensivo, de modo que o psicólogo poderá prestar o serviço até decisão final do CFP;

III - A ausência de recurso implicará no impedimento e interrupção imediata da prestação do serviço;

IV - Na hipótese de ausência de recurso ou de decisão final do CFP confirmando o indeferimento do cadastro pelo CRP, o psicólogo fica impedido de prestar serviços psicológicos por meio de tecnologias da comunicação e informação até a aprovação de novo requerimento de cadastro pelo CRP.

V - Incorrerá em falta ética o psicólogo que prestar serviços psicológicos por meio Tecnologia da Informação e da Comunicação após indeferimento do CFP.

Art. 4º Ficam suspensos os Art. 3º, Art. 4º, Art. 6º, Art. 7º e Art. 8º da Resolução CFP nº 11, de 11 de maio de 2018, durante o período de pandemia do COVID-19 e até que sobrevenha Resolução do CFP sobre serviços psicológicos prestados por meios de tecnologia da informação e da comunicação.

CFP-BR



10 de março de 2019

Dia da Angústia


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Dia da Angústia

“Invoca-me no dia da Angústia...” Sl. 50:15

O dia da angústia também é conhecido como dia da Aflição, agonia, ansiedade, sofrimento, tribulação. Podemos chamar também o dia da angustia de: dia mau.
Na trajetória da vida é possível passarmos por diversas adversidades. Vivermos momentos tenebrosos que venham causar aflições no nosso espirito, alma e corpo. É possível no dia mau sermos possuídos por tamanha angústia que cause amargura em nosso ser. Diante de tais aflições podemos ser atormentados pela ansiedade e o sofrimento provocar tribulações que possam nos deixar sem direção.
Mas o texto que embasa essa reflexão diz: Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, tu me glorificarás, Salmo 50:15. Esse salmo apresenta a maneira como o homem pode e deve se relacionar com Deus.
Vamos encontrar no Livro Sagrado diversos personagens que vivenciaram o dia da angústia. Como também serão apresentadas porções das Escrituras como passos de fé a serem seguidos.
 No livro de II Sm. 22:7, Davi em sua oração ao Senhor diz: “Na minha angústia, invoquei o Senhor, clamei a meu Deus; ele, do seu templo ouviu a minha voz”. Percebe-se nesse texto que o Rei Davi diz: “na minha angústia...” Então ele estava consciente do que perturbava a sua alma. É hora de você parar e analisar o que de fato está deixando-o atormentado, tirando a sua paz. O texto diz que Davi “invocou o senhor”. Esse é o momento de invocar o Deus Criador, chamar por Ele, com fé. E sem duvidar, crer que de fato, o mesmo irá te responder.
No livro de Salmos 86:7 diz: “no dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes”. Esse texto nos apresenta o caminho para superar o dia da angústia. A oração; pois é um ato de fé e dependência do Senhor.
 A oração é uma das nobres ferramentas que é colocada à disposição de todos. No entanto é preciso orar com fé, pois sem fé é impossível agradar a Deus. No livro de Atos 9:40, vemos a oração de Pedro sendo respondida. A Bíblia também ensina que devemos orar uns pelos outros, Tg.5:16.
O plano divino para o homem conforme vemos na Bíblia é para que vivamos bem no espirito, alma e corpo, conforme I Ts.5:23. O apóstolo João diz na sua III Epístola V. 2 “Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é prospera a tua alma”. Ele do seu templo, há de ouvir e responder a sua oração.

Acimarley C. S. Freitas