Psicologa Organizacional

4 de dezembro de 2014

FORTALEÇA SUA AUTOESTIMA



A forma como nos vemos pode influenciar o modo como vivemos nossas vidas. A autoestima é o valor que damos a nós mesmos e é baseada na forma como nos vemos. Ou seja, é uma opinião que formamos a nosso respeito, não um fato em si. Uma pessoa que tem uma boa autoestima, é capaz de reconhecer seu próprio valor e sentir-se amada e aceita pelos outros. Já pessoas com problemas na autoestima tendem a sentir que ninguém gosta delas, que não são aceitas pelos outros e que não conseguem fazer nada direito. Desta forma, a forma como nos vemos influencia diretamente nossa capacidade de lidar com a vida e de sermos felizes.

As opiniões que formamos sobre nós mesmos são moldadas pelas experiências que temos no decorrer dos anos. A forma como os outros nos vêem e nos tratam é um fator importante para o desenvolvimento de nossa autoestima. Desde a infância, buscamos sempre aprovação, mas às vezes é muito difícil sentir essa aprovação. Se os pais criticam muito os erros de uma criança, em vez de elogiar seus acertos, sua autoestima vai se enfraquecendo. Isso também acontece em outros tipos de relacionamentos. Em um namoro ou casamento, quando um dos parceiros assume essa postura crítica em relação ao outro, pode rebaixar sua autoestima. Um chefe muito crítico também pode comprometer a autoestima de um subordinado. Desta forma, a forma como você se vê pode ser muito prejudicada quando alguém, cuja aceitação é importante, sempre lhe coloca para baixo.

VOZ INTERIOR NEGATIVA

Para entender melhor como isso funciona, imagine uma escala de valores que vai de menos dez a mais dez, com um zero no meio. Para cada crítica que recebemos, perdemos um ponto e para cada elogio, ganhamos um ponto. Se recebermos mais elogios do que críticas, nossa escala de valores terá uma pontuação positiva, mas se recebemos somente críticas negativas, mesmo fazendo tudo certo, o máximo que atingiremos será o zero.

A partir desse tipo de experiência negativa, forma-se uma espécie de crítico interno, uma voz interior que parece encontrar defeito em tudo. Com o tempo, ouvir essa voz interior negativa pode ter o mesmo peso das críticas externas. Algumas pessoas ficam tão acostumadas ao seu crítico interno que nem percebem quando elas mesmas estão se colocando para baixo. "Algumas pessoas ficam tão acostumadas ao seu crítico interno que nem percebem quando elas mesmas estão se colocando para baixo."

Cada pessoa forma uma imagem ideal de quem quer ser, dentro de uma escala de valores própria. Por exemplo, algumas pessoas admiram habilidades físicas, enquanto outras admiram habilidades mentais e há os que valorizam mais as conquistas financeiras. As pessoas que enxergam em si mesmas as qualidades que admiram, têm a autoestima elevada. Já os que não enxergam em si essas qualidades, não conseguem ter uma boa autoestima. Mas isso não quer dizer que não tenham essas qualidades, muitas vezes as possuem, só que não conseguem enxergar.

PADRÕES INALCANÇÁVEIS

Pessoas que buscam modelos ideais fora de suas possibilidades, têm problemas sérios na autoestima. Atualmente, muitas pessoas buscam padrões difíceis de atingir. Há um constante bombardeio de mensagens, dizendo que devemos ser jovens, magros, bonitos, elegantes, bem-sucedidos profissionalmente, ter muito dinheiro para gastar, um bom apartamento em um bairro nobre, móveis planejados, uma TV enorme e um carro novo na garagem. Além disso, ainda é preciso ter um excelente casamento, um casal de filhos perfeitos e matriculá-los nas melhores escolas, para garantir que tenham um futuro brilhante. Esse é o modelo ideal que inspira muitas pessoas. Mas quando não conseguem tudo, sentem-se frustrados, em vez de valorizar as conquistas parciais.

Um item que tem gerado muita insatisfação às mulheres é a questão da aparência, devido à cobrança por um ideal de perfeição impossível de se atingir. Os meios de comunicação de massa nos bombardeiam com imagens de mulheres jovens, lindas e perfeitas, devidamente produzidas e retocadas, em programas de edição de imagens. Por se espelhar nessas imagens, a maior parte das mulheres sente-se feia e inadequada. Ao nos depararmos com uma imagem de perfeição, automaticamente pensamos: Quem sabe se eu comprar este produto, ficarei um pouco mais parecida com essa mulher perfeita? A ideia é criar padrões de beleza cada vez mais distantes da realidade, para que as pessoas consumam cada vez mais. É preciso estar atenta para não deixar que essas ideias de perfeição prejudiquem nossa autoestima

Problemas com a autoestima podem levar à depressão e também podem levar uma pessoa a ficar aquém do seu potencial, ou a tolerar relacionamentos ruins. Já as pessoas que se aceitam e se enxergam de forma positiva, tendem a ter relacionamentos melhores, sentem-se mais felizes, conseguem lidar melhor com seus erros e frustrações e são mais persistentes para atingir seus objetivos. Pessoas que acreditam em si são mais propensas a desenvolver uma boa carreira acadêmica e profissional. Ter uma boa autoestima permite viver a vida ao máximo.

É sempre possível melhorar a autoestima. Claro que mudar não é fácil, mas não adianta esperar que o mundo mude para nos sentirmos bem. Ao assumir a responsabilidade, podemos buscar objetivos realistas, ver cada sucesso como um passo na direção certa. Também é fundamental identificar os pontos fortes e reconhecer as limitações. Há coisas que podemos tentar mudar, mas há outras que simplesmente precisamos aprender a aceitar como são.

DICAS PARA MELHORAR A AUTOESTIMA

Diminua suas expectativas de perfeição. A nota da felicidade está mais próxima de 7 do que de 10.
Combata os pensamentos negativos e autodestrutivos. Em vez de olhar somente os erros e defeitos, mude o foco para os acertos e qualidades positivas.
Reconheça seus limites. Se perceber que está infeliz com algo que pode mudar, então comece hoje. Se é algo que você não pode mudar, apenas aceite. Será um problema a menos em sua vida.
Aprenda com os erros, em vez de se martirizar. Errar faz parte do processo de aprendizagem.
Busque sempre coisas novas para fazer. Isso proporcionará a descoberta de novos talentos e fará com que se orgulhe de suas novas habilidades.
Ajude outras pessoas, sempre que possível. Sentir-se útil faz muito bem à autoestima.
Procure exercitar-se em uma atividade física de que goste. Isso ajudará a fazer as pazes com seu corpo.
Orgulhe-se de suas opiniões e ideias e não tenha medo de expressá-las, mesmo que nem todos concordem.
Passe seu tempo livre com as pessoas que você ama e fazendo as coisas de que você gosta. Faça um esforço para tornar a vida prazerosa e satisfatória.
Busque amigos. A maioria das pessoas está interessada em fazer novas amizades, tome a iniciativa e não espere que os outros venham até você.
Sorria, seja gentil com os outros, peça apoio, fale sobre você, seja sincera. Isso ajudará a atrair as pessoas que realmente gostam de você.
Cuida da sua aparência, mas sem exageros.
Evite situações e pessoas que o fazem sentir-se mal sobre si mesma.


Fonte: http://www.personare.com.br/fortaleca-sua-autoestima-m2157

SINDROME DE BURNOUT


A síndrome de Burnout compreende os sintomas característicos do colapso resultante da exaustão diante das exigências profissionais.
 
O que é Burnout?

O termo Burnout tem origem na língua inglesa, a partir da união de dois termos: burn e out, que respectivamente significam queimar e fora. A união dos termos é melhor traduzida por algo como “ser consumido pelo fogo”. A partir da década de 80, autores como Maslach passaram a usar esse termo para designar a síndrome decorrente da exaustão emocional humana, ou seja, uma condição em que o sujeito tem suas energias consumidas. A Síndrome de Burnout, como é chamada, compreende uma condição de estresse ligado ao trabalho, cuja definição ainda não é um conceito fechado. Alguns autores afirmam que a denominação deve levar em conta a questão da exaustão emocional, outros autores afirmam que essa síndrome é uma resposta inadequada do sujeito diante de uma situação de estresse crônico. Entre as principais características da exaustão característica da síndrome de Burnout, está a falta de energia, a sensação de sobrecarga emocional constante e de esgotamento físico e mental.

Quais são os sintomas da Síndrome de Burnout?

A palavra síndrome designa um conjunto de sintomas, que podem ser físicos, psíquicos, de comportamento etc. No caso da Síndrome de Burnout, os sintomas mais expressivos são: crescimento da fadiga constante, distúrbios de sono, dores musculares, dores de cabeça e enxaquecas, problemas gastrointestinais, respiratórios, cardiovasculares. Em mulheres, as alterações no ciclo menstrual são um sintoma físico importante. Além desses, existem sintomas psicológicos como: dificuldade de concentração, lentificação ou alteração do pensamento, sentimentos negativos sobre o viver, trabalhar e ser, impaciência, irritabilidade, baixa autoestima, desconfiança, depressão, em alguns casos paranoia.

A partir desses sintomas, o sujeito acometido pela Síndrome de Burnout desenvolve comportamentos como: negligência ou perfeccionismo, agressividade nas relações cotidianas, perda da flexibilidade emocional e da capacidade de relaxar e planejar. Além disso, tende ao isolamento, à perda de interesse pelo trabalho e outras atividades.

Quais podem ser as causas?

As causas da Síndrome de Burnout compreendem um quadro multidimensional de fatores individuais e ambientais, que estão ligadas a uma percepção de desvalorização profissional. Isso significa dizer que não se pode reduzir a causa a fatores individuais como a personalidade ou algum tipo de propensão genética. O ambiente de trabalho e as condições de realização deste podem também determinar o adoecimento ou não do sujeito.

Alguns autores afirmam que a configuração do caso de Burnout passaria por estágios que vão desde uma necessidade de autoafirmação profissional, passando por estágios comuns de intensificação da dedicação ao trabalho que, levada a consequências extremas, resultaria no esgotamento característico da síndrome. Entre outros estágios, podemos destacar o caminho que passa pelo descaso crescente com relação às atividades de cuidado de si, como comer e dormir, acompanhado por um recalque de conflitos, caracterizado pelo não enfrentamento de situações que incomodam e pela negação dos problemas. Além desses, o sujeito passa por um processo de reinterpretação que faz com que coisas importantes sejam descartadas como inúteis.

Nesse quadro, já se pode falar em uma espécie de despersonalização, uma vez que o sujeito age de formas tão distintas que se torna outra pessoa, marcada por sinais de depressão, desesperança e exaustão, ou seja, uma espécie de colapso físico e mental que pode ser considerado quadro de emergência médica ou psicológica.

Quais são os tratamentos possíveis?

Como a grande maioria dos casos de adoecimento psicológico com consequências de somatização, o tratamento da Síndrome de Burnout deve compreender uma estratégia multidisciplinar: farmacológico, psicoterapêutico e médico. É sempre importante ressaltar a relevância de um diagnóstico realizado de maneira competente, para que não se cometam erros, como a confusão entre Burnout e Depressão, bastante comum nos estágios iniciais, pela similaridade de sintomas.

Com relação ao uso de medicamentos, o tratamento normalmente associa-se a antidepressivos e ansiolíticos. Este tratamento deve estar vinculado ao acompanhamento psicológico, que potencializa os efeitos do uso de medicamentos através da ressignificação e da retomada dos sentidos da história de vida do sujeito. Além desses, o acompanhamento médico e a alteração de hábitos são dimensões importantes. O encaminhamento para novas práticas cotidianas como exercícios físicos e de relaxamento é de extrema importância.

FONTE: http://www.brasilescola.com/psicologia/sindrome-burnout.htm

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL



A escolha da profissão é uma decisão muito difícil na vida dos jovens, pois seu futuro ficará sujeito ao que ele escolher. Sendo assim, este deve estar seguro do que pretende fazer, quais as suas expectativas de trabalho.

O Brasil possui uma enorme variedade de cursos, aproximadamente duzentos, divididos em três áreas: humanas, biológicas e exatas.

Desde o ensino fundamental o aluno pode identificar quais as disciplinas que mais o agrada, que tem maior afinidade, facilidade de compreensão. Seguindo sua intuição é que irá escolher que carreira profissional pretende seguir.

É comum vermos jovens em dúvida quanto à escolha da carreira, chegando a manifestar interesse por cursos de áreas distintas, não conseguindo tomar uma decisão sozinhos.

Em casos de dúvidas, que possam comprometer o futuro do estudante, é bom procurar um profissional especializado no assunto, a fim de participar de testes e entrevistas que o auxilie nessa difícil escolha.


Dúvida na escolha da profissão – problemas futuros

Existem programas individuais ou em grupo, dependendo do gosto de cada um, onde são aplicadas dinâmicas que levam o estudante a se identificar por uma determinada área.


Durante as sessões, o profissional dará orientações acerca das profissões, o que se faz em cada uma delas, discutirá sobre as vantagens e desvantagens das mesmas, como é o mercado de trabalho, fazendo uma relação com as aptidões do educando. O profissional poderá passar atividades para que seu cliente faça em casa, como entrevistas com alguns profissionais, pesquisas na internet, etc.

Aos poucos, o aluno irá delimitando suas preferências, podendo tomar a decisão de escolher sua profissão de forma segura.

FONTE: http://www.brasilescola.com/educacao/orientacao-profissional.htm

3 de dezembro de 2014

DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM



  A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas.

É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.

As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.

A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dislalia, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).


O aluno com dificuldade de aprendizagem sente-se rejeitado pelos colegas

- Dislexia: é a dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto, etc. Estudiosos afirmam que sua causa vem de fatores genéticos, mas nada foi comprovado pela medicina.

- Disgrafia: normalmente vem associada à dislexia, porque se o aluno faz trocas e inversões de letras, consequentemente encontra dificuldade na escrita. Além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.

- Discalculia: é a dificuldade para cálculos e números, de um modo geral os portadores não identificam os sinais das quatro operações e não sabem usá-los, não entendem enunciados de problemas, não conseguem quantificar ou fazer comparações, não entendem sequências lógicas. Esse problema é um dos mais sérios, porém ainda pouco conhecido.

- Dislalia: é a dificuldade na emissão da fala, apresenta pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. Manifesta-se mais em pessoas com problemas no palato, flacidez na língua ou lábio leporino.

- Disortografia: é a dificuldade na linguagem escrita e também pode aparecer como consequência da dislexia. Suas principais características são: troca de grafemas, desmotivação para escrever, aglutinação ou separação indevida das palavras, falta de percepção e compreensão dos sinais de pontuação e acentuação.

- TDAH: O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que traz consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. É importante que esse diagnóstico seja feito por um médico e outros profissionais capacitados.

Professores podem ser os mais importantes no processo de identificação e descoberta desses problemas, porém não possuem formação específica para fazer tais diagnósticos, que devem ser feitos por médicos, psicólogos e psicopedagogos. O papel do professor se restringe em observar o aluno e auxiliar o seu processo de aprendizagem, tornando as aulas mais motivadas e dinâmicas, não rotulando o aluno, mas dando-lhe a oportunidade de descobrir suas potencialidades.
FONTE: http://www.brasilescola.com/educacao/periodo-de-transformacoes.htm

2 de dezembro de 2014

ADOLESCÊNCIA



 A adolescência é o período da vida em que ocorrem as transformações mais aparentes no corpo, em razão das alterações hormonais.
Inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade, tendo as meninas o acontecimento da primeira menstruação ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
Nos meninos acontece a alteração da tonalidade da voz, o aumento dos pelos pubianos e o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
Segundo D’Andrea, a adolescência é dividida em três fases:
- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.
Busca da liberdade de expressão e de sentimentos
Normalmente os adolescentes buscam grupos de amigos que tenham os mesmos interesses, os mesmos gostos e desejos, a fim de uma identificação menos conflitante e mais amigável.
Nessa etapa da vida é comum tentar se afastar da família, pois essa já não lhes satisfaz em relação aos interesses sociais.
Os pais, não aceitando a busca da liberdade, muitas vezes tomam atitudes autoritárias, que os afastam ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada, normalmente tomada pelas mães, é o fato de não aceitar o crescimento do filho, achando que ainda é criança e tratando-o como tal. Essa atitude também o leva a afastar-se, pois nessa idade já não quer mais ser considerado criança.
Numa fase de tantas transformações, é importante que haja amizade e muito diálogo no convívio familiar e que os pais tentem amenizar os conflitos vividos, sendo mais flexíveis e compreensivos.


FONTE: http://www.brasilescola.com/educacao/periodo-de-transformacoes.htm